Vila Verde

“Lombas em número excessivo, mal sinalizadas e enormes”, diz Álvaro Santos

Passadeira elevatória sem marcação © FAS / Semanário V

“LOMBAS EM VILA VERDE: são em número excessivo, mal sinalizadas e enormes!”. A crítica é feita por Álvaro Santos, presidente da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde e figura reconhecida no tecido associativo de Vila Verde a propósito da construção de passadeiras elevadas e lombas que tem sido levada a cabo no centro da vila.

O antigo presidente da Assembleia da AH dos Bombeiros de Vila Verde, escreve no Facebook que as mesmas “surgiram, da noite para o dia, como cogumelos”. “Só da EB23 até aos Bombeiros, passando pela câmara, num trajeto de 1,5 Km, há 15”, conta o também professor, que deixa algumas “dicas para melhoras a situação”.

“Nas rotundas os carros já são obrigados a abrandar. Só na rotunda da EB23 há três! Isto faz sentido?”, questiona, apontando algumas das passadeiras como “super-lombas, muito agressivas e têm, obrigatoriamente, de ser disfarçadas” e “ser, urgentemente, pintadas e bem sinalizadas;

Diz ainda que “muitas poderiam ser substituídas por rebaixamento dos passeios” e que é fundamental garantir “canais limpos” para circulação de veículos prioritários, como por exemplo ambulâncias”.

“Quem por aqui circula sente na pele o transtorno que as lombas provocam na circulação automóvel, a qual já era bastante difícil. E a situação é agravada por não haver uma variante à sede do concelho”, atira ainda Álvaro Santos, referindo que nas localidades “é bom dar-se prioridade aos peões” mas “tem de haver equílibrio entre a circulação de automóveis, bicicletas e peões”.

“Sei que não é fácil chegar a esse equílibrio mas parece-me que neste momento estamos longe de o ter encontrado. Ainda há tempo para se fazerem correcções. Mãos à obra”, escreve o professor através das redes sociais.

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Paulo Moreira Mesquita

Paulo Moreira Mesquita

Diretor Semanário V