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Governo deixa escola em Braga de fora do Portugal 2020. BE quer saber o motivo

Redação
Escrito por Redação

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda exige que o Governo, através do Ministério da Educação, explique quais as razões para a não inclusão da EB 2,3 Frei Caetano Brandão, em Ferreiros, Braga, na reprogramação do Portugal 2020, informa hoje aquela estrutura partidária através de comunicado.

No documento entregue na Assembleia da República, o deputado Pedro Soares afirma que “a urgência da realização de obras de conservação da EB 2/3 Frei Caetano Brandão é evidente e tem sido várias vezes manifestada pela comunidade escolar”.

O deputado aponta alguns problemas, nomeadamente “a caixilharia deixa entrar água e frio, a canalização e a instalação elétrica estão em mau estado, há salas demasiado pequenas, não tem auditório e as aulas de educação física só podem ter lugar num polivalente municipal fora do recinto escolar, mas tem ensino articulado da dança e da música, à custa de esforços internos”.

A EB 2,3 Frei Caetano Brandão foi objeto da Resolução da Assembleia da República 264/2018, aprovada em 12 de julho, que recomendava ao Governo a elaboração, no prazo de três meses, de “um plano de intervenção com vista à realização urgente de obras de reabilitação e de requalificação (…) que inclua a construção do pavilhão gimnodesportivo e do auditório”.

O Bloco de Esquerda mostra-se “surpreendido” com a decisão do Governo de não incluir a requalificação da EB 2,3 Frei Caetano Brandão na reprogramação do Portugal 2020 e quer saber “qual o critério que determinou esta decisão” e se “o Governo teve em consideração a Resolução da AR e os reiterados apelos da autarquia e da comunidade escolar”.

Comunistas queriam Câmara a tratar da requalificação

Também o vereador municipal da CDU em Braga, Carlos Almeida, deixou um alerta sobre esta escola em março de 2018, altura em que visitou aquelas instalações em Ferreiros, pertencentes ao Agrupamento de Maximinos.

Então, o vereador alegou que a Câmara de Braga teria capacidade para “fazer intervenções” naquele estabelecimento de ensino. Almeida referiu que “não cabe à administração central vir aqui olhar e fazer um orçamento do que é necessário”.

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