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Governo deixa a Escola Frei Caetano Brandão fora da lista de investimentos e JSD de Braga manifesta-se

Redação
Escrito por Redação

Na sessão da Assembleia Municipal do passado dia 25 de janeiro, o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Rio, referiu que a Escola Frei Caetano Brandão, que integra o Agrupamento de Escolas de Maximinos, não consta da lista de investimentos do Governo previstos para o setor da educação na região norte.

A Concelhia de Braga da Juventude Social Democrata manifestou-se em relação ao assunto, acusando o Governo de fechar “os olhos à realidade” e tapar “os ouvidos aos alertas dos agentes educativos, pais e alunos, o que é revelador de uma profunda insensibilidade que parece ser crónica”.

Pela voz do seu presidente, João Freitas Alcaide, a JSD veio a público anunciar que “é lamentável e uma vergonha que o Governo despreze as constantes reivindicações da comunidade educativa, desde logo dos próprios estudantes e dos pais e encarregados de educação, e não resolva definitivamente este problema que é notório, está referenciado e reconhecido como intervenção prioritária”.

O facto da escola não fazer parte elenco de investimentos a realizar por parte do Governo no domínio da educação na região norte, é “absolutamente surpreendente e, em simultâneo, lastimável”, afirma o presidente da JSD Braga, que considera que as reclamações da comunidade escolar no que diz respeito à falta de condições da Frei Caetano Brandão são “mais do que reiteradas”, tal como os pedidos de obras urgentes.

João Freitas Alcaide expressa o seu desagrado com a decisão e afirma que “são públicas as graves carências infraestruturais da Escola: chove nas salas de aula, falta aquecimento, inexistem chuveiros e portas nos balneários e casas de banho, e o piso do campo de jogos está degradado. Os estudantes têm protestado, os pais, professores e responsáveis escolares têm-se manifestado, e a Câmara Municipal tem alertado sucessivamente o Ministério da Educação. O Governo, infelizmente, sabe e não atua”.

Nas palavras de João Freitas Alcaide, “a Frei Caetano Brandão tem aproximadamente 36 anos e, para lá das reparações que têm sido assumidas pela Câmara Municipal, ainda não foi objeto de obras de fundo, obras de fundo essas fundamentais para debelar os constrangimentos infraestruturais verificados, e que apenas poderão ser garantidas pelo Orçamento de Estado ou por fundos comunitários. O que se passa é que o Governo sabe disto tudo, tem a oportunidade para resolver o problema e tem os meios para melhorar substancialmente as condições da Escola, mas opta por não fazê-lo. Impõe-se que o Governo volte atrás quanto antes, e dê resposta imediata às pretensões, expectativas e manifestações dos alunos, pais, professores e responsáveis escolares”.

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