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Braga. Executivo vota abertura do plano de urbanização das Sete Fontes

Sete Fontes (Monumento Nacional)
Redação
Escrito por Redação

É já nesta segunda-feira que o executivo municipal de Braga vai votar a abertura do plano de urbanização do Ecoparque das Sete Fontes, assim como a proposta do executivo da maioria para alteração do Plano Director Municipal (PDM).

Pretende a autarquia, liderada por Ricardo Rio, que a alteração ao PDM ajuste a delimitação da Unidade Operativa de Planeamento e Gestão das Sete Fontes.

Será colocado à consideração do Executivo Municipal a abertura do procedimento de elaboração do Plano de Urbanização para as Sete Fontes, que, diz a autarquia, visa enquadrar e viabilizar o projeto para a efetiva concretização do Ecoparque, com uma área similar à constante no PDM em vigor e perspetivando o Ecoparque como uma ocupação florestal que permita o seu usufruto pela população.

Ricardo Rio, presidente da Câmara, está disposto a adquirir os terrenos pelos valores avaliados anteriormente, indo contra as pretensões dos proprietários, que exigem até 8 vezes mais.

Outra das alternativas passa por celebrar uma “parceria urbanística no âmbito do plano em curso, pelo que a abertura do Plano de Urbanização e de alteração do PDM, vem na sequência da estratégia executória já aprovada”.

“Não vamos desviar-nos do objetivo previamente definido, tendo em vista o interesse público e a salvaguarda das Sete Fontes”, acrescenta o autarca.

Este plano de urbanização, segundo a autarquia, visa, ainda, “assegurar a salvaguarda e valorização do antigo sistema de abastecimento de águas, classificado como Monumento Nacional, e estabelecer a relação entre o Ecoparque e a sua área envolvente, nomeadamente com Gualtar, hospital, Bairro da Alegria, Areal de Baixo e de Cima”.

Ricardo Rio salienta que é “importante que continue a existir uma forte mobilização das instituições públicas, associações e cidadãos e uma unanimidade política em torno do Parque das Sete Fontes”. Para o edil, “Braga merece este espaço e todos temos o dever de colaborar para que este projeto seja uma realidade o mais rapidamente possível”.

Para o dia 2 de março está agendada uma sessão pública para apresentação e discussão dos estudos arqueológicos, paisagísticos, hidrogeológicos e urbanísticos para as Sete Fontes, assim como para a execução do Ecoparque. A sessão terá lugar no Museu D. Diogo de Sousa, pelas 09h30.

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