Braga

Braga à espera de projeto de 5 milhões de euros para “desatar” Nó de Infias

O presidente da Câmara de Braga anunciou hoje que aquela autarquia já encetou contactos com a Infraestruturas de Portugal e com o Governo de forma a propor a redefinição do conhecido “Nó de Infias”, situado no topo da variante do Cávado, à entrada de Braga.

A proposta, refere Ricardo Rio, garante a “capacidade de escoamento do tráfego de atravessamento, priorizando as ligações da Variante à EN101-201 à Circular Norte (Av. António Macedo – EN14) e a capacidade de escoamento nas saídas do centro para essas vias e para o Nó”.

Foto: Sérgio Freitas

“Os serviços municipais, juntamente com a IP, já desenvolveram soluções prévias para a reorganização do Nó de Infias que carecem, ainda, do desenvolvimento do projeto de execução e de procedimentos prévios, bem como da definição do acordo de gestão com a IP“, disse o autarca durante uma sessão que decorreu esta manhã, apontando o início da obra para 2021 e conclusão em 2022.

“Para isso será necessário iniciar, desde já, a definição do acordo de gestão e o lançamento do concurso público por parte da IP, o que permitirá iniciar a obra, com um custo de 5 milhões de euros, em 2021”, explicou Ricardo Rio.

Atualmente, este é um dos pontos “negros” do trânsito no acesso à cidade de Braga, envolvendo não só o trâfego que se desloca do centro da cidade, mas sobretudo quem passa na circular urbana e quem se desloca na variante do Cávado. O edil garante que os serviços municipais estão a desenvolver medidas de intervenção, a curto e médio prazo, na envolvente imediata do Nó de Infias, enquanto não avança o projeto.

O edil destacou a duplicação da via de saída do centro da cidade para o Nó, desde a rotunda de Infias, “garantindo o aumento da capacidade de cerca de 36 para 82 automóveis”.

“Esta situação irá aliviar substancialmente a rotunda de Infias e a área urbana envolvente e já obteve parecer favorável da IP, estando previsto para breve a assinatura do acordo de gestão e a respetiva execução”, garantiu Ricardo Rio.

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