Braga

Nasceu no Norte do país a bolsa de senhora que pode ter 1001 aspetos

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Chama-se Layer o projeto “amadurecido” durante um ano por Ana Cotter na Universidade do Minho, com o apoio técnico da Escola de Moda do Porto. Trata-se de uma bolsa com inúmeros padrões, que podem ser combinados com a roupa ou o contexto e, ao mesmo tempo, evita o desperdício de recursos naturais.

Na prática, esta bolsa adapta camadas exteriores, que alteram por completo o aspeto geral, permitindo fazer personalizações rápidas e versáteis. Esta coleção utiliza pele natural. “Essas camadas podem ser facilmente substituídas e com a liberdade criativa de cada um”, referiu Ana Cotter.

“A ideia é romper barreiras, permitir a cada um acompanhar melhor as tendências e até criá-las”, explicou Ana Cotter, realçando que a moda “move milhões de pessoas, mas não deve ser tratada como algo fútil, é a nossa forma de expressão”.

O projeto Llayer procura a otimização de tempo, espaço e recursos, tal como explica a empreendedora, sendo que “já não é preciso fazer uma segunda bolsa para o mesmo consumidor, ou seja, no fabrico evita-se o desperdício de recursos naturais, de trabalho manual e a poluição”.

Ana Cotter é de Guimarães e formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Évora, tendo concluído parte do curso no Politécnico de Milão (Itália) e na Universidade Politécnica da Catalunha (Espanha).

O produto foi fabricado no Norte do país, em edições limitadas e a sua apresentação oficial é esta sexta-feira, dia 10, em Guimarães.

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