Braga

Ensino de Mandarim chega a 157 alunos de Braga

Foto: Sérgio Freitas
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O projeto de Ensino de Mandarim com recurso a aulas e dinamização de diversas atividades relacionadas com a Língua e a Cultura chinesas, visa promover a aprendizagem de uma das línguas mais faladas à escala mundial. Atualmente, 157 alunos de escolas públicas do concelho de Braga já beneficiam do projeto que começou com 80 alunos e cuja procura tem crescido substancialmente.

Através de um protocolo com o Instituto Confúcio da Universidade do Minho, o Município de Braga responde ao crescente interesse da comunidade em conhecer a cultura chinesa, contribuindo para o desenvolvimento intelectual das crianças.

Este projeto, que abrange maioritariamente alunos do 2º ciclo de escolaridade, encontra-se a ser desenvolvido em seis Agrupamentos de Escolas: Alberto Sampaio, André Soares, Carlos Amarante, Dona Maria II, Francisco Sanches e Maximinos. Dado o grande interesse manifestado por pais e alunos, o Município prevê alargar o projeto a mais escolas e a diferentes níveis de ensino. A introdução do mandarim como uma das opções de Língua Estrangeira proporciona aos alunos maior possibilidade de escolha, permitindo que iniciem (ou retomem) a aprendizagem da língua mais falada no mundo.

De acordo com Lídia Dias, vereadora da Educação da Câmara Municipal de Braga, a aprendizagem do mandarim, que está em difusão exponencial no mundo, tem recebido particular atenção nos últimos anos. “Acreditamos que, dadas as relações estreitas entre Portugal e a China, o mandarim será um elemento diferenciador e fonte de vantagem no futuro dos nossos alunos. Os conteúdos lecionados são vastos e preparam os alunos para o domínio das bases da língua”, referiu a vereadora durante uma visita a uma aula na EB 2,3 de Nogueira, que se realizou esta terça-feira, 28 de maio.

Lídia Dias explicou que a parceria com o Instituto Confúcio “tem sido fortalecida ano após ano, refletindo-se num aumento considerável de alunos que frequentam a disciplina”, nesse sentido, o principal objetivo passa por “tentarmos ter mais professores a lecionar mandarim para que, assim, a oferta possa abranger mais turmas”.

Na última visita dos representantes do Município de Braga ao Instituto Hanban, em Pequim, ficou patente a vontade de alargar o projeto do ensino de mandarim a mais escolas, assim como estabelecer parcerias entre escolas de Braga e escolas chinesas, de modo a que exista maior partilha de informações sobre os seus países, cidades e escolas.

“A grande mais-valia da aprendizagem das línguas é que necessitamos delas para comunicar e a comunicação é precisa em todos os contextos profissionais. Acreditamos nesta máxima e é a partir dela que trabalhamos pela formação de excelentes alunos, como também, homens e mulheres globalizados, preparados para brilhar em qualquer contexto profissional”, concluiu Lídia Dias.

Recorde-se que a oferta de aulas de mandarim nas escolas do Concelho, consta do Plano Estratégico para o Desenvolvimento Económico de Braga (2014-2026), desenvolvido pela InvestBraga. Esta é uma aposta do Município para diversificar a oferta educativa.

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