Braga

JP Braga alerta para o “inverno demográfico que assola Portugal”

Francisco Mota (c) Mariana Gomes / Semanário V
Mariana Gomes
Escrito por Mariana Gomes

A Escola Básica de Pedralva vai encerrar no ano letivo 2019/2020 por falta de alunos. Para a escola não fechar são exigidos 21 alunos inscritos, de acordo com a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, mas apenas foram registadas 14 matrículas.

Francisco Mota, da JP Braga considera que o encerramento do estabelecimento de ensino “parte de um conceito profundamente totalitário e intolerante de que é o Estado quem escolhe em que escola devem estudar as crianças portuguesas e não uma escolha das suas famílias”.

O líder centrista acrescenta ainda que as famílias de Pedralva deveriam ter “liberdade de escolha” no que refere ao local “onde desejam ver os filhos estudar, em função dos seus critérios e interesses, não em função da imposição do Estado”.

“O triste encerramento de uma escola no concelho não é fruto do acaso ou da inação do município, é fruto de uma realidade ainda mais preocupante, o inverno demográfico que assola Portugal”, declarou Francisco Mota.

O presidente da estrutura bracarense, em comunicado, expressa a vontade de que “as esquerdas se mobilizassem de forma tão ativa, com vista a influenciar políticas estruturadas de apoio à natalidade ao nível nacional, a única fonte viável de resolução de um problema tão alargado e enraizado como o referido”.

“Pensar em como evitar o encerramento de uma escola por falta de matrículas, sem pensar em medidas estruturadas de combate a desertificação e promoção da natalidade de nada serve aos bracarenses”, remata.

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