Braga

Jovem de Vila Verde cria jogo digital para treinar o cérebro

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Chama-se “Neuronium” e está disponível para descarregar desde o dia 20 de junho. Trata-se de um projeto desenvolvido por Márcio Oliveira, natural de Lage mas a residir em Atiães, Vila Verde, no âmbito do projeto final do curso de Engenharia de Sistemas Informáticos.

Márcio, estudante do IPCA, em Barcelos, explicou ao Semanário V que o jogo foi desenvolvido para “treinar o cérebro”. “O jogo consiste em pequenos mini jogos que treinam pelo menos três habilidades: lógica, memória e rapidez do cérebro”, explicou o estudante de 24 anos.

Tendo em conta o pouco tempo de lazer que atualmente a população tem, o objetivo passa por oferecer uma forma fácil, rápida e acessivel de exercitar o cérebro, apenas utilizando o aparelho móvel. “Se as pessoas jogarem constantemente vão conseguir melhorar o cérebro e conseguir melhor aptidão nas tarefas do dia-a-dia”.

O jogo está disponível desde o dia 20 de junho, mas começou a ser desenvolvido em fevereiro deste ano. Márcio explicou que “primeiro precisava de uma ideia para um projeto” e, após perceber que “as pessoas têm pouco tempo para exercitar o cérebro e estão dependentes do telemóvel, então decidi criar algo que pudesse ajudar nessa parte, usando o smartphone”.

 

No Google Play, a aplicação já tem algumas apreciações e comentários de utilizadores. “Exelente aplicação para não deixar o cérebro enferrujar. Com uma boa variedade de jogos clássicos para todos os gostos. O desafio diário em que misturam vários jogos numa única partida também é cativante”, escreveu um usuário.

Entre algumas sugestões para melhorar alguns aspetos, outro utilizador escreveu que se trata de uma “ótima aplicação, mas talvez seria mais agradável adicionar uns fundos suaves consoante o tipo de jogo”.

Este não é o primeiro jogo desenvolvido por Márcio, que contou que o primeiro foi apenas uma brincadeira, “era um jogo muito simples, mais casual”.

Desenvolver um jogo para computador ou telemóvel não é uma tarefa simples e o setor dos jogos digitais já movimenta vários milhões a nível global. Márcio Oliveira acredita que Portugal está desenvolvido a nível de apostas tecnológicas, mas a competição é grande.

 

“A aposta no setor dos jogos é boa, porque em Braga e Vila Verde vemos pouca”, começou por explicar, acrescentando que “em Vila Verde, especialmente, há pouca adesão, em termos tecnológicos, Vila Verde é quase nulo, é preciso começar a apostar na tecnologia”. Já em Braga, “vê-se muito desenvolvimento” tecnológico, principalmente nos últimos anos, “mas em termos de jogos há pouca aposta”.

Apesar da Indústria dos jogos não ser o que está a estudar, Márcio aponta que, “no futuro, era uma área que gostava de explorar”.

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