Região

Moradores do prédio Coutinho vão ser processados por lesar Estado

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O ministro do Ambiente disse, em Viana do Castelo, que os últimos moradores do prédio Coutinho vão ser processados pelos custos causados ao Estado.

A sociedade VianaPolis é detida em 60% pelo Estado e 40% pelo Município de Viana do Castelo, pelo que o adiar da “desconstrução” do prédio provocou custos ao Estado.

João Pedro Matos Fernandes adianta que estão a ser feitas as contas “de quanto é que está a custar à sociedade VianaPolis desde outubro de 2016”, e acrescenta que não irão “deixar de interpor uma ação judicial” para serem ressarcidos do custo que estão a ter com a manutenção da sociedade VianaPolis.

Questionado pela Lusa, o ministro do Ambiente e da Transição Energética adiantou que o levantamento ainda está a ser feito e, por esse motivo, não avançou o montante. “Não podemos deixar de responsabilizar aqueles que levaram a termos que prolongar, muito para além do que é razoável, a existência da sociedade VianaPolis”.

A demolição do Prédio Coutinho está prevista desde 2000, mas ainda não foi concretizada porque os moradores interpuseram uma série de ações em tribunal para travar a operação.

Ao todo ainda restam nove morados no Prédio Coutinho que se recusaram a sair pela ordem de despejo que esteve previsto para o dia 24 de junho. No entanto, na segunda-feira, o Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga aceitou a providência cautelar movida pelos últimos moradores do prédio, ficando assim suspensos os despejos.

Para aquele local está prevista a construção do novo mercado municipal da cidade.

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