Braga

Fábrica Confiança. JP de Braga acusa o Partido Socialista de marginalizar o património

A Juventude Popular de Braga veio a público manifestar o descontentamento face à proposta do Partido Socialista para a Fábrica Confiança. Segundo Francisco Mota, é “irónico, embora não surpreendente, que o Partido Socialista continue sem compreender que não existe dinheiro para uma intervenção na Fábrica Confiança”.

Em comunicado, Francisco Mota afirma que “a valorização do património deve ser encarada como uma prioridade pelo Município”, recomendando “à família socialista” que aplique “parte do seu empenho e influência na tentativa de resolução dos atuais entraves à valorização do património bracarense”.

“Recordamos, por exemplo, os processos de consagração, quer do Mosteiro de Tibães, quer do Bom Jesus do Monte, enquanto património nacional, praticamente parados, fruto da inação e  ncompetência dos mesmos que, agora, se advogam defensores da valorização dos elementos de cultura da capital minhota. Aliás, o Bom jesus do Monte foi classificado, primeiro, como Património Mundial da Humanidade do que Património Nacional”, pode ler-se na nota.

“A ‘receita socialista’ é sempre simples: faça-se, construa-se, compre-se; quem paga? Não interessa! Junte, apenas, um pouco de irresponsabilidade, hipocrisia e ignorância matemática. Misture tudo, e dissolva a transparência. Por fim, sirva com uma boa dose de cinismo político. No entanto, deste “preparado”, resulta um problema: o sabor amargo a impostos, descontrolo orçamental e bancarrota, constituindo, este, o legado que as novas gerações herdarão do partido socialista. Foi assim com o estádio municipal, a piscina olímpica, os campos de futebol sintéticos e muitas outras operações”, aponta o jovem centrista.

Francisco Mota relembra que a Juventude Popular foi, “desde a primeira hora, contra a aquisição pública” da Fábrica Confiança, que poderia ser salvaguardado com a intervenção de privados, como agora se pretende”, remata.

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