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11 de setembro, 18 anos depois do maior ataque terrorista da história

Redação
Escrito por Redação

O dia em que a América tremeu começou por ser uma terça-feira normal na cidade que nunca dorme. Mas eis que o choque de dois Boeing 767-200ER contra um dos edifícios mais emblemáticos de Nova Iorque haveria de mudar a história para sempre.

Passavam 46 minutos das oito da manhã quando um primeiro avião colidiu com a torre norte do World Trade Center, um complexo de sete edifícios inaugurado em abril de 1973, cujas torres – conhecidas como Torres Gémeas – eram os prédios mais altos do mundo. Eram o voo 11 da American Airlines, que tinha deixado o aeroporto de Boston às 7h59, rumo a Los Angeles (LA). Lá dentro seguiam a tripulação de 11 membros, com 76 passageiros a bordo, cinco dos quais se revelariam os sequestradores. E assim começava o dia mais longo da história dos EUA e o mais fatal atentado terrrorista de sempre no planeta.

Um suposto “acidente” que passou a catástrofe

Às 9h03, ainda se pensou que poderia ser apenas uma pequena avioneta a despenhar-se. Eis que um segundo aparelho se faz explodir contra a torres sul. Era voo 175 da United Airlines, que também tinha saído de Boston em direção a LA. Aí o país e o mundo, de olhos e coração colados ao ecrã, não tiveram mais dúvidas de que aquilo era uma marca, até então nunca vista, de terrorismo à mais alta escala.

Não faltaram momentos de absoluto desespero. Antes de mais, o homem em queda ou the falling man – como ficaria conhecido o homem apanhado na objetiva de Richard Drew, fotógrafo da Associated Press, em queda livre junto ao edifício e que se tornaria símbolo das cerca de 200 pessoas que, ao saberem que estavam presas nos edíficios, optaram por saltar.

18 anos depois, o mundo continua numa luta sem tréguas contra o terrorismo.

 

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