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Exclusivo. Emigrante Português que dormiu nas ruas de Marselha já está em Portugal

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Escrito por Redação

O emigrante Português “abandonado” nas ruas de Marselha já se encontra em casa.

Ao semanário V, contou que foram momentos difíceis que viveu logo após a chegada.

“Cheguei a Marselha e fui abordado por dois miúdos embriagados a tentarem impingir-me haxixe enquanto eu tentava lidar sozinho com a situação depois de fazer 15h de autocarro estava a fazer com que os rapazes não se descontrolassem”.

“O comercial que gere lá os começou a falar de uma forma que me senti completamente humilhado em frente à toda a gente da “gare” de Marselha. Aí descontrolei me de acalmar os rapazes e defendi me das acusações dele sem faltas de respeito”, acrescenta.

Conta o mesmo que no dia a seguir o responsável lhe tirou um bilhete e não o deixou no sítio certo do autocarro, sendo que, quando se apercebeu da troca, se dirigiu a uns polícias que andavam a patrulhar a estação e eles mandaram-no dirigir-se ao consulado mas que já não chegava lá a tempo de estar aberto então tive de dormir na estação para evitar ficar na rua.

No dia seguinte, Rúben Pinto dirigiu-se ao consulado português em Marselha, onde diz que foi “recebido de uma forma muito esquisita. As primeiras palavras foram não somos nenhuma agência de viagens. Todos os dias vêm pessoas estamos cheios de trabalho”.

 

Ajuda chegou pelas mãos de uma amiga virtual

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Acrescenta ainda que foi ajudado por uma amiga virtual que tomou conhecimento da situação através do Semanário V. “Depois de muita luta e horas angustiantes, a senhora Sandra estava a par de cada passo da situação e disponibilizou-se para me ajudar é óbvio que a devolução será realizada, mas o acto nunca porque será sempre impagável”.

Rúben Pinto foi para Marselha à procura de melhores condições de vida, através de um contrato promessa que seria assinado quando chegasse a França. Depois de 3 dias de angustia, teve ajuda para regressar a Portugal onde reencontrou a família e amigos, deixando um eterno agradecimento a todos os que o apoiaram, dando muito valor à emigração alertando para os perigos destas viagens.

 

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