Braga

Cliente obrigada a retirar o carro da oficina “Maravilha do Cávado” com chave suplente. Circulou 2 quilómetros e chamou reboque

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Depois de noticiarmos a retenção do veículo de uma cliente na oficina “Maravilha do Cávado” por exigir pagamento não orçamentado, somos confrontados com o seguimento do capítulo por parte da cliente, ao tentar levantar o veículo da referida oficina.

Cita em declarações exclusivas ao V que,” dia 25 de outubro, desloquei-me à Maravilha do Cavado para reaver o meu carro. E, tal como decidido no tribunal arbitral de Braga (CIAB), iria pagar a caução das “reparações” para que este não ficasse parado enquanto aguardava por julgamento no tribunal judicial. Esta caução, mais tarde, se assim ficasse resolvido, seria-me devolvida.
Acontece que, antes do pagamento, decidi pedir para experimentar o carro. Quando o começo a conduzir, reparo que este se encontrava exatamente com os mesmos problemas que surgiram após a instalação do GPL (perda de potência, soluçar, etc…)”. A cliente depara-se com os mesmo problemas que o carro apresentava há 4 meses atrás, desde a última vez que deixou o carro na oficina “Maravilha do Cávado”.

Por via telefónica, o gerente da Maravilha do Cavado sugeriu, então, que mais uma vez, a cliente deixasse lá o carro e seria-lhe atribuído um carro de substituição e todos os custos da “nova reparação” não seriam atribuídos.

Revela a cliente que “no entanto, o senhor Alberto Pinto (o gerente) entendeu que o valor de 900€, ainda por liquidar, me deveria ser cobrado, mesmo o carro não estando nas condições iniciais em que lá o deixei, em junho. Devo referir que um mês antes da instalação do GPL fiz uma revisão geral ao carro e este, apesar de ser um carro do ano de 2000, era um carro sem problemas absolutamente nenhuns”.

Depois de se deparar com os problemas, questionou o funcionário acerca do sucedido ao que recebe a resposta que” o carro não estava nas condições devidas. Decidi que o carro teria de ser visto por outro técnico profissional da área”.

Por sua conta a cliente decidiu levar o carro a outra oficina para ver reparado o problema, dados os transtornos causados pela falta de veículo durante tantos meses.

Não aceitando as condições que foram propostas, visto que esta história já se prolonga há quase 5 meses, decidiu que iria trazer o carro para que este fosse visto por outro mecânico. Com a chave suplente, tenta levar o carro embora e após percorrer, sensivelmente, 2km o carro falha. Vai abaixo e não o consegue voltar a ligar. Chamou o reboque para que o carro fosse encaminhado para outra oficina.

“Os motivos pelos quais eu não aceitei a proposta deles são muito simples. Se efetivamente eles soubessem onde está o problema, já o teriam resolvido. E por toda a má fé demonstrada pelo senhor Alberto Pinto, eu não iria pagar 900€ por serviço mal feito, mesmo que fosse uma caução. Além do mais, o carro quando lá deu entrada para a instalação do GPL, Tal como já referi anteriormente, estava em perfeitas condições. Ou seja, a meu ver, se as avarias foram provocadas pela instalação do GPL, revelados agora depois de tentar por o meu veículo a circular”, revela a cliente.

“Quem irá suportar as despesas (900€) será o próprio funcionário, que não deveria ter deixado a cliente sair com o carro”

Finaliza contando que “entrei em contacto com o gerente, mais uma vez, informei-o que trouxe o carro embora, como é óbvio sem pagar. Informei-o também do estado do meu carro e que já teria chamado o reboque. Agradeci-lhe também o estado miserável em que me deixaram o carro. E qual não é o meu espanto quando o senhor me diz que o funcionário não me devia ter deixado sair com o meu próprio carro, sem que os 900€ fossem pagos, e portanto quem iria suportar as despesas seria o próprio funcionário. Sim, O funcionário”.

A cliente ficou ainda mais indignada quando das acusações da gerência revelando que os custos vão ser atribuídos ao funcionário da casa por ter entregue o carro à cliente, que por sinal  é dona do referido veículo.

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