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José Sócrates alegou vergonha de viajar em económica, mas foi detido em classe turística

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Escrito por Redação

No interrogatório da fase de instrução da Operação Marquês conduzido pelo juiz Ivo Rosa, José Sócrates justificou a opção de viajar em classe executiva nas múltiplas deslocações aéreas que fez depois de abandonar a governação do país, em 2011, dizendo que, no seu entender, «era uma humilhação para um ex-primeiro-ministro viajar em classe turística», avança o SOL na edição online.

Esta foi apenas umas das diversas contradições em que o ex-líder do PS incorreu ao longo das quatro sessões de interrogatório e em que foi confrontado com os factos de que o Ministério Público o acusa e que configuram crimes corrupção, branqueamento de capitais e evasão fiscal. É que, embora viajasse predominantemente em executiva, no dia em que foi detido no âmbito da Operação Marquês, faz agora cinco anos, no aeroporto de Lisboa, Sócrates estava a regressar de Paris em classe turística.

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