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Monjas do São Bento da Porta Aberta em destaque: “Doceiras e ecológicas”. Saiba mais.

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Numa reportagem no JN as Monjas, que já venceram este ano prémio de melhor doce conventual do país, “o nosso lema de vida é a oração a que dedicamos seis horas por dia, distribuída por sete tempos em que nos juntamos na capela. O resto do dia é passado na horta e na cozinha”, explica a irmã Fátima. São elas que cavam a terra, semeiam, tratam e colhem. Aceitam fruta e legumes dados pelos vizinhos porque a produção que têm não é suficiente para os bens que produzem. Recebem visitas que, invariavelmente, passam pela capela para uma pequena oração, e os homens são sempre convidados a “rachar lenha ou fazer algum dos trabalhos mais duros no campo”.

“Sem adubos nem pesticidas, cultivam uma horta onde tudo tem um nome e uma função. Aboliram o plástico e fartam-se de ganhar prémios com as melhores compotas. São apenas três, mas trabalham por muitas. Fátima, Conceição e Francisca, as irmãs que compõem a comunidade de monjas cistercienses de Rio Caldo, juntinho à basílica de S. Bento da Porta Aberta, no Gerês, são especialistas e vencedoras de vários prémios nacionais na elaboração de compotas e licores conventuais”, avança o JN em reportagem em Rio Caldo no Gerês.

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