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Elsa e Fabien. O que é feito das SMS de alerta da Proteção Civil?

O Estado, através da Autoridade Nacional de Proteção Civil celebrou contrato com as três operadoras de telecomunicações em Portugal para envio de SMS durante este ano, de valor superior a 900 mil euros. Porque não foi utilizado o serviço de alerta às populações?

O adjunto de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Miguel Cruz, em declarações ao Jornal de Notícias (JN), diz que “a opção passou por trabalhar mais a ligação com as populações via comunicados de imprensa com a colaboração dos órgãos de comunicação social”.

Estado paga mais de 900 mil euros por serviços de alerta via SMS

Os três contratos celebrados com a Meo, Vodafone e NOS teve um custo unitário de 301.350 euro (IVA incluído). Os contratos incluem envios de avisos via SMS em situações de incêndios, cheias, tsunamis e condições meteorológicas adversas.

Segundo ainda o JN, a ANEPC não utilizou o serviço de SMS antes e durante as depressões Elsa e Fabien.

Em declarações à TSF em agosto deste ano, fonte da ANEPC dizia que “em 2018 foram enviadas 20,5 milhões de SMS de emergência, apenas em dias de alerta vermelho”.

 

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Paulo Moreira Mesquita

Paulo Moreira Mesquita

Diretor Semanário V

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