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Vila Verde. O “Réveillon” na urgência do hospital da misericórdia

Na noite de passagem de ano, o atendimento permanente no hospital da misericórdia de Vila Verde não pára. Fomos conhecer o médico de serviço e qual o ambiente vivido pela equipa no virar de mais um ano.

Jonatas Barbosa Garcez era o médico de serviço e contou ao V que “não existe um único sentimento por trabalhar nesta noite, mas vários. A maior parte da noite foi vivida como uma noite de trabalho normal. Apenas por alguns segundos, junto à meia-noite, o coração pensa na família, uma mistura de nostalgia, saudade e perda por não poder celebrar como habitual”. Tentámos perceber como foi passada a noite e o momento de viragem do ano.

 

(c) SCMVV

 

Já tinha trabalhado numa noite “especial”?

Sim, já tinha trabalhado na noite de Natal, por exemplo.

Como foi passada a meia noite?

A meia-noite foi celebrada com boa disposição, em equipa, e foi seguida pelo primeiro doente do ano 2020 às 00h05.

Houve muita afluência de doentes? Quais os principais problemas numa noite de festa?

Considero que foi uma noite com muita afluência ao nosso Serviço de Atendimento Permanente (SAP), sobretudo entre as 00h e as 8h. Habitualmente há uma afluência grande de doentes entre as 20h00 e as 02h00. Nesta noite não houve praticamente nenhum período da noite no qual não estivessem presentes doentes. Por outro lado a afluência ao SAP entre as 20h00 e a meia noite foi escassa. As queixas principais foram sobretudo sintomas e sinais associados a patologia gastrointestinal e das vias aéreas, nomeadamente, náuseas, vómitos, tosse, dores de garganta e falta de ar.

A equipa que fechou o turno das 22h30 com boa disposição.

(c) SCMVV

 

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