Braga

Ex-aluno da UMinho, Mário Machado representa um setor que vale 7000 milhões de euros

Há um ano foi eleito presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), que representa mais de 500 empresas

Em declarações à Portugal Textil assume que “É uma responsabilidade enorme, porque o setor têxtil tem muita importância na economia nacional. Representa cerca de 20% da indústria transformadora. Vivemos num país e num continente em que parte dos políticos pensa que a indústria é menos sexy em termos económicos do que o turismo. Na Europa, o país [Alemanha] com melhores indicadores económicos é o mais industrializado. Pensar que a indústria é menos atrativa é um erro brutal e tem implicações diretas na qualidade de vida dos cidadãos. Lamento que o poder político não olhe para a indústria como um bem precioso que precisa de ser alimentado, acarinhado e incentivado, porque é (mas pode ser ainda mais!) o elemento diferenciador do crescimento e da sustentabilidade económica do país. Enquanto presidente da ATP, tenho procurado transmitir ao poder político que as leis são o fator fundamental para que um país consiga crescer industrial e economicamente. Não são as pessoas que fazem a diferença, mas sim as leis sob as quais são governadas. As leis portuguesas são pouco amigas e incentivadoras da iniciativa privada e das pessoas que procuram oportunidades na indústria. Segundo dados do World Economic Forum, Portugal está na 36.ª posição das nações mais competitivas a nível mundial, quando deveria estar no top 10. As leis atuais impedem-nos de termos mais crescimento económico e, com isso, um melhor sistema de saúde e um melhor sistema de ensino. O meu trabalho é convencer os políticos da importância das leis na criação de riqueza”.

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