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Braga. BPT converte “beatas” em mobiliário de animais de rua

(c) Carlos Manuel Dobreira
Redação
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No dia 28 de fevereiro na sessão da Assembleia Municipal de Amares, Carlos Dobreira fez uma breve intervenção acompanhado de 2 220 beatas de cigarro recolhidas no concelho, no âmbito da ação de plogging Amar (es) é que é preciso.

As beatas de cigarro serão doadas ao Movimento Braga Para Todos para reconversão em estrutura construtiva (mobiliário de animais de rua).

Segundo nota enviada à redação, avança o responsável de ação plogging que “Sugeri a promoção de ações concelhias de plogging e a adoção de medidas destinadas à redução da acumulação de resíduos no espaço público, sendo exemplo a recolha de beatas (eco-pontas) e pastilhas elásticas (papa-chicletes) para posterior valorização através de parceria com o Laboratório da Paisagem, em Guimarães, apelando ainda que não fossem usadaos confettis  serpentinas no carnaval e que os carros alegóricos fossem construídos com material reciclado.

Amar(es) é que é preciso

Esta acção de plogging iniciou-se a 12 de dezembro de 2019 e pretende recolher 5 000 beatas de cigarro e 250 litros de lixo indiferenciado e resíduos recicláveis no concelho de Amares até 31 de dezembro de 2020, apelar à mudança de postura da sociedade amarense em relação à Mãe-Natureza, evidenciar as falhas nas políticas ambientais e educacionais dos concelhos integrantes da Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM-Cávado), o flop do projeto “Mais Cidadania: Plataforma de Colaboração e Partilha na NUT III Cávado” e, por fim, fundamentar o pedido de demissão do atual Presidente da CIM-Cávado.

O nome irónico da acção é inspirado na canção “Amar é que é preciso”, do álbum “A Arte das Musas”, dos Expensive Soul.

 

(c) Carlos Manuel Dobreira

 

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