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Vila Verde. 4,5 milhões de euros para pavimentação de estradas municipais

O Município de Vila Verde, liderado por António Vilela (PSD) prepara-se para anunciar Concurso Público que visa uma empreitada de pavimentação de diversas Estradas e Caminhos Municipais

A proposta irá a aprovação na reunião de câmara a realizar-se na próxima segunda-feira que, segundo soube o Semanário V, irá ser feita por videoconferência.

No Concurso Público fará parte sete lotes distintos. A repavimentação da M531-2, M532-2, M566, CM1179 e CM1167, M537, Rua Eng. Adelino Amaro da Costa e Dr. Ant. Ribeiro Guimarães, Rua da Bouça Penedo.

O concurso público será lançado com preço base de 3.732.478,06€. A este valor acresce IVA, que poderá fazer com que o total da empreitada ascenda a valores superiores a 4,5 milhões de euros.

“Vila Verde, a terra dos buracos”

Assim lhe chamam muitos populares, e o que é certo é que o concelho tem sido nos últimos tempos alvo de muitas denúncias de estradas em estado degradado, muitas delas intransitáveis, que em muitos casos a solução são os “poios de alcatrão” colocados, que com a chuva e a passagem dos veículos acabam por sair e voltar o mesmo problema, muitas vezes abrindo ainda mais crateras.

A autarquia vila-verdense tem resolvido os problemas à medida que a população e imprensa denuncia, aplicando os famosos “tapa-buracos”. Soutelo, Cabanelas e Cervães são alguns dos exemplos recentes.

“Política do tapa buracos” desde há anos

Já em 2018, José Morais, vereador pelo Partido Socialista na Câmara de Vila Verde, alertava que o município gastou “mais de um milhão de euros” em betuminosos ao longo dos últimos anos, para depois “andar a tapar buracos”. O socialista apontava “remendos nas estradas” e criticava a Câmara por colocar funcionários municipais a fazer um trabalho que não lhes devia caber – o de “tapar buracos”.

“Para além do milhão de euros, há ainda a acrescentar muitos outros custos, com destaque para os custos com a mão de obra, já que os trabalhos são feitos pelos funcionários da autarquia”, dizia José Morais, rematando que esta medida “é o que poderíamos chamar a política do tapa buracos”.

DR

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