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Um dia depois de Marcelo dizer que usa luvas, Graça Freitas insiste para “usar as mãos”

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse ontem que usava luvas nas idas ao supermercado. Graça Freitas, Diretora-Geral da Saúde insiste que não se deve fazê-lo.

Explica que o uso indevido do material de proteção pode ser mais “contraproducente” e dar “uma falsa sensação de segurança”.

A Diretora-Geral da Saúde explica que em relação às luvas “quer se tenha luvas quer não se tenha luvas, se se tocar numa superfície contaminada, obviamente que os vírus e as gotículas ficam na superfície das luvas e, portanto, se forem levadas à cara, à boca, ao nariz ou aos olhos, os vírus são transmitidos”. As luvas são apenas “uma falsa sensação”.

“Quando muito seriam apenas utilizadas numa única vez, num único ato, descartadas, tiradas, deitadas fora. Senão, usemos as nossas mãos, evitemos levar as mãos à cara e lavemos as mãos com frequência”, sugere.

Graça Freitas diz que “a principal medida de proteção das mãos é a lavagem frequente e no intervalo da lavagem não tocar ou tentar não tocar na cara”.

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