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Covid-19. Equipas do INEM obrigados a reutilizar e a lavar material de proteção

O INEM ordenou que os técnicos de emergência que contactam com infetados ou casos suspeitos de Covid-19 passem a reciclar os óculos descartáveis de proteção, mergulhando-os em lixívia, avança o JN.

Avança a mesma fonte que ao contrário das recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) para este casos – que passam pela eliminação dos materiais – o organismo terá baixado o nível de proteção nas ambulâncias: cortou no fornecimento de materiais, substituiu impermeáveis por outros em rede e recomenda que as fardas sejam lavadas em casa, até aos 90º.

“Os óculos faziam parte do kit que nos é entregue. Já não integram e têm que ser reutilizados. Temos de os desinfetar, submergindo-os em lixívia durante 10 minutos, ou com álcool a 70º no mínimo”, revela, o JN, declarações de Rui Lázaro, do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH).

Materiais de proteção deixaram de ser fornecidos

A esta orientação do INEM junta-se a alteração dos kits de equipamentos de proteção individual desde 1 de abril: as toucas e cobre-botas deixaram de ser fornecidos, as batas impermeáveis foram trocadas por outras em rede, e só o avental é impermeável. As luvas de nitrilo deram lugar às de látex.

 

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