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INEM recebe menos chamadas e apela: “Têm que confiar no INEM e no SNS”

O secretário de Estado referiu que coube ao INEM, em parceria com a Secretaria de Estado da Cidadania e Igualdade e o Ministério da Administração Interna, a criação de um circuito para garantir “a testagem e transporte de vítimas de violência doméstica” antes da entrada nos abrigos de emergência.

Antes da pandemia, acrescentou, o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) recebia, em média, 3.800 chamadas: “Hoje recebe menos de 500 por dia, o que resulta naturalmente do confinamento, mas não pode resultar do receio dos cidadãos recorrerem ao Serviço Nacional de Saúde, em caso de urgência”.

O presidente do INEM, por seu lado, indicou que alguns operacionais e familiares foram infetados com o novo coronavírus, embora sem registo de casos preocupantes no instituto.

“Todos os que testaram positivo ou já recuperaram ou têm sintomatologia que não é preocupante”, referiu. O responsável frisou também que os cidadãos “podem ter confiança no sistema” e a ele recorrer sempre que tiverem necessidade de uma intervenção e de transporte para uma unidade hospitalar. “Devem ter confiança, sem receio de virem a ser infetados com covid. Os circuitos estão bem definidos, os operacionais têm a formação e os conhecimentos necessários para reduzirem ao máximo o risco de problemas de contaminação”, sublinhou.

 

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