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António Vilela e esposa, em perseguição cerrada a João Silva. Tudo arquivado!

“O Ministério Público de Vila Verde, pela terceira vez decidiu arquivar, sobre as canalhices que me tentaram acusar” – é assim que João Araújo Silva, advogado em Vila Verde, desabafa ao Semanário V sobre a perseguição que diz ter sido alvo por António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, e também de sua esposa, Maria Fernanda de Jesus Barbosa.

Crime de difamação agravada e por violação de segredo de justiça: arquivado pelo MP

António Vilela terá denunciado o causídico por crime de difamação agravada e por violação de segredo de justiça: ambos os processos foram arquivados pelo Ministério Público ainda em fase de inquérito. Diz João Silva que foi “denunciado por parte do senhor presidente do Município de Vila Verde de violação de segredo de justiça ao abrigo do artigo 371.º do CP. Assim concluído o inquérito e passado alguns dias de ter sido arguido, mais uma vez o processo de inquérito foi arquivado, mais uma vez tentaram sujar, vilipendiar e denegrir a minha imagem, mas a justiça foi feita, mas existem danos que perduram para toda a vida.”

João Silva aguarda por pedido de desculpas de António Vilela e de sua esposa

Relativamente à esposa de Vilela, o advogado relembra: “não esquecendo que também fui alvo de uma acusação por parte da esposa do senhor presidente do Município de Vila Verde, no período eleitoral de 2017, o qual foi ouvido como testemunha, sendo que o mesmo foi arquivado, o qual aguardo um pedido de desculpa por parte dessa senhora, das mentiras que lançou e que felizmente também recebeu um arquivamento por parte do Ministério Público.”

Para João Silva, António Vilela tentou “de forma irresponsável, irrefletida e sem qualquer prova credível” incriminar e destruir a carreira pessoal e profissional do advogado. “Felizmente não conseguiu, nem irá conseguir, pois, novamente voltou a perder perante a justiça portuguesa”, diz.

“Aguardo um pedido de desculpa por parte do Município de Vila Verde, na pessoa do seu presidente, visto que o mesmo além da violação de segredo de justiça, acusou-me injustamente do crime de difamação agravada, visto a sua qualidade de presidente do Município de Vila Verde, processo também arquivado”, explana João Silva.

João Silva terá tentado, sem sucesso, o pedido de desculpas em e-mails dirigidos a todos os membros do executivo camarário, e aos respetivos advogados.

Esposa de António Vilela terá denunciado que em 2017 João Silva a terá perseguido desde o Pingo Doce de Vila Verde até às imediações de sua casa, com atitude intimidatória. O MP arquivou o processo, mas João Silva queixa-se dos danos reputacionais que tal denúncia lhe acarretou: “de acordo com várias pessoas a queixa e boato apresentado tornou-se numa verdade, tendo já sido abordado por terceiros, incluindo colegas de profissão que me abordam perguntando se persegui a esposa do presidente do Município de Vila Verde.”

“Sofro com a injustiça no recanto da família desde finais de 2017”

Para o advogado, “as palavras são poucas para descrever esta atuação. Desde finais de 2017 estive em silêncio, sofrendo com a injustiça no recanto da família e daqueles que sempre me ajudaram e que me conhecem, de alguém que sem provas lançou o meu nome na ‘lama’, utilizando os tribunais para conseguir intentos que só o mesmo poderá explicar, tendo feito acusações graves e caluniosas, que foram felizmente arquivadas pelo Ministério Público de Vila Verde, mas que foram difundidos por várias pessoas do concelho, tentando tornar uma mentira em verdade, mais uma vez não conseguiu. Esqueceu-se que sou um pai de família, e que tenho uma filha, e que sofremos imenso com as mentiras degradantes que tentaram espalhar.”

Exige 10 mil euros de indemnização para doar a instituição de solidariedade social do concelho 

Além do pedido de desculpa público por parte de António Vilela e Maria Fernanda de Jesus Barbosa, João Silva disse em exclusivo ao Semanário V que irá solicitar “um pedido de indemnização de cinco mil euros a cada um, valor esse, a ser doado a uma instituição solidariedade social do concelho de Vila Verde.”

João Silva fala em censura: “não vivemos em Cuba, nem na Coreia do Norte”

O causídico aponta para que “sirva de exemplo e que o senhor presidente deixe de perseguir pessoas e jornais por falarem a verdade. Não vivemos em Cuba, nem na Coreia do Norte, não podemos em Abril invocar a liberdade de expressão e depois andar a intentar ações de difamação contra cidadãos, jornalista e jornais.”

“O senhor presidente e quem o acompanha tem de terminar com este procedimento…”, remata.

 

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