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“Máscara é coisa de viado”, dizia Jair Bolsonaro a funcionários e visitantes

“Máscara é coisa de viado”, dizia Jair Bolsonaro a quem o visitava no Palácio do Planalto e também aos funcionários do local. “Viado”, abreviatura de “transviado”, é uma das forma pejorativas de classificar os “homossexuais” no Brasil.

“Os relatos de pessoas que visitaram Jair Bolsonaro depois da explosão da epidemia de Covid-19 no Brasil descrevem momentos de tensão. O presidente se recusava a usar máscaras, o que induzia convidados a seguir o exemplo. Fazia questão de se aproximar para cumprimentar com um aperto de mão”, revelou a jornalista Monica Bergamo na sua coluna de bastidores de Brasília no jornal Folha de S. Paulo., adianta o Diário de Notícias.

Bolsonaro, antes de ser eleito presidente, tinha histórico de ofensas a homossexuais – chegou até a dizer que preferia ter um filho morto em acidnete de automóvel a vê-lo aparecer em casa de mão dada com um bigodudo. O site Huffington Post Brasil lembrou um estudo realizado pela Universidade de Middlessex, em Inglaterra, e pelo Instituto de Pesquisa em Ciências Matemáticas, nos Estados Unidos, em que se demonstra que mesmo que seja comum homens e mulheres deixarem de usar a proteção durante a crise, eles podem resistir mais ao uso do que elas, adianta a mesma fonte.

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