Guimarães

Guimarães. Município cria habitação social partilhada por famílias

(c) Município Guimarães

A CASFIG – Coordenação de Âmbito Social e Financeiro das Habitações do Município De Guimarães – procedeu à entrega de uma habitação social partilhada, beneficiando famílias unipessoais (compostas por um só elemento) na esteira da criação de medidas inovadoras que permitam dar resposta adequada aos desafios e realidades do presente.

Reconhecendo a importância desta modalidade alternativa ao alojamento convencional, a CASFIG tem vindo ao longo dos anos a aperfeiçoar o seu modelo de implementação e funcionamento, procurando sempre melhorar a sua funcionalidade e garantir maior privacidade individual a cada residente. Nesta linha de atuação foi criada mais uma Residência Partilhada, com um modelo inovador que permite conferir ainda mais privacidade aos seus residentes, bem como um melhor funcionamento das dinâmicas de convivência diária.

Trata-se da primeira Residência Partilhada com um modelo de distribuição espacial que permitirá a ocupação individual da habitação, de modo totalmente independente, com quarto, casa de banho e cozinha, a fim de dar resposta a quatro famílias unipessoais.

“Este é o caminho que temos de continuar a fazer a fim de dar resposta às famílias unipessoais e que estão a aumentar na nossa sociedade”, assinalou o Presidente da Câmara de Guimarães, na visita a uma destas novas habitações. Domingos Bragança enalteceu o trabalho desenvolvido pela CASFIG através do apoio manifestado pela estrutura de acompanhamento permanente na área social. A visita contou ainda com as presenças da Presidente da CASFIG, Paula Oliveira, da Chefe de Divisão da CASFIG, Cristina Dias, do Presidente da Assembleia Geral, Flávio Freitas e ainda de Manuel Salgado, vogal do Conselho da Administração.

Esta sexta-feira, 10 de julho, foi entregue a 18ª residência partilhada pela CASFIG no seguimento de um modelo implementado em Guimarães e que tem servido de exemplo para outros Municípios. Esta modalidade de alojamento tem permitido dar resposta habitacional a inúmeras famílias unipessoais cuja realidade socioeconómica e habitacional é de extrema vulnerabilidade, facto já reconhecido em 2014 com a atribuição do prémio de mérito pela Fundação Manuel António da Mota.

Até ao momento foram entregues 12 residências masculinas partilhadas e 6 residências femininas partilhadas, que resulta no apoio total a 45 famílias unipessoais.

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