Guimarães

Guimarães. O melhor da arte têxtil contemporânea na “Contextile 2020”

(c) Município de Guimarães

A cidade e a comunidade têxtil revelam as dinâmicas da Bienal, acolhendo os artistas nacionais e internacionais, com ocupação dos vários espaços culturais e áreas públicas da cidade, sempre com o objetivo de divulgar o que melhor se faz na Arte Têxtil Contemporânea, em Portugal e no Mundo. O programa está condicionado à situação da pandemia e, por isso, com recurso a exposições e residências através de plataformas digitais.

A Contextile 2020 assenta na ideia “Lugares de Memória – Interdiscursos de um território têxtil”, cumprindo as necessárias medidas de segurança e com alterações que possam advir perante o quadro de evolução da pandemia, salientou Joaquim Pinheiro.

A vice-presidente da Câmara de Guimarães, Adelina Pinto, esclareceu que o programa da Contextile “teve de ser reequacionado” até atingir um programa entre o presencial e o digital. “Acarinhamos esta Bienal e achamos sempre que não deveria ser cancelada, juntando áreas fundamentais como o têxtil com a cultura e a arte. Num território em que o têxtil continua a ser extremamente importante, o Município entende que é fundamental valorizá-lo através da arte e da cultura. Esta Bienal é feita através de um modelo muito dialogante e de conexões com a cidade, como é o caso das intervenções que irão ocorrer no projeto do Bairro C. Queremos construir espaços de cidadania, pelo direito de cada um e do respeito pelos outros”, salientou Adelina Pinto.

Dando continuidade à estratégia de cooperação e aproximação entre artistas nacionais e internacionais, foram convidados 8 artistas para a realização de residências, desafiando para a conceção de projetos e produção de obras artísticas, revelou a diretora artística, Cláudia Melo. A Exposição Internacional contará com 58 obras de 50 artistas oriundos de 29 países.

Inserido no programa do Bairro C, destaque para o “Encontro Expansão” – projeto de intervenção multimédia proposto para os Tanques de Couros, na Fraterna. Com a direção artística de Joana Fins Faria e Romas Stukenberg, para integrar a temática Lugares de Memória, propondo a criação de uma escultura colaborativa resultante da soma de pequenas esculturas em cocriação com a comunidade e instituições locais.

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