Braga

Milho de Braga representa Portugal no Banco Mundial de Sementes (BMS) no Ártico

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A estrutura, financiada e gerida pela Noruega, foi construída em 2008 para constituir uma reserva que garantisse a diversidade genética das culturas em caso de catástrofe ou guerra nuclear.
Mais de um milhão de espécies e variedades de sementes importantes para a nutrição humana e animal são armazenadas em prateleiras dispostas ao longo de grandes pavilhões.

As Ilhas Svalbard foram escolhidas porque são bastante isoladas, mas facilmente alcançáveis com um voo regular, além disso, a Noruega é um país politicamente estável, razoavelmente abrigado de guerras e revoltas.

Milho de Braga presente no Banco de Sementes

Cada país do mundo pode enviar as suas próprias sementes e manter-se proprietário delas, podendo recorrer à sua recolha caso os bancos de sementes no seu território tenham sido destruídos. Portugal está entre os contribuintes, tendo já enviado 100Kg de milho para o cofre, de uma colheita dos anos 1970, armazenado em Braga. O país é o responsável pelas reservas mediterrânicas do milho.

Ao todo, o banco tem depositado mais de 900 mil amostras de sementes de todo o mundo. Em 2013, graças a este stock de sementes, foram reabastecidos os bancos de Marrocos e Líbano, devido à destruição do banco central na Síria, como consequência da guerra civil

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