Vila Verde

Vila Verde. Atraso em obras da extensão de saúde do Vade desespera utentes e comerciantes

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Decorria o ano de 2018 quando o a UF do Vade assistiu ao lançamento da obra da Extensão do Vade, com o lançamento da primeira pedra pelas mãos do Presidente da Câmara António Vilela os seus vereadores e assessores e a junta de freguesia da UF Vade na pessoa de Carlos Cação. Todos posaram para a fotografia a “chapar massa” na tão desejada pedra que com pompa e circunstância foi bandeira do executivo e da junta de freguesia numa obra que diziam ser uma vitória do município perante o governo e ministério da saúde.

Obra aclamada pelo PSD e município fez bandeira

O executivo PSD da Câmara de Vila Verde fez bandeira com a obra da extensão de saúde do Vade acusando o governo de “falhar aos seus compromissos e ter que ser a câmara a assumir as rédeas e despesas da obra”. A obra foi aclamada pelo PSD de Vila Verde como uma vitória e acima de tudo um passo em frente na saúde em Vila Verde. O prazo de reconstrução da obra fixou-se nos 6 meses, Março de 2019. Estamos em 2020, agosto e a população desespera por alternativas.

População e comércio perdem a paciência 

Estamos em agosto de 2020 e as obras de requalificação da extensão de saúde do Vade não está concluída. A unidade de saúde do Pico de Regalados sofreu obras de medidas contra a Covid-19 depois de denúncia de doente e esta ação fez a população do Vade perder a paciência.

Escreve um comerciante local que “No Pico demoraram três semanas a melhorarem as condições de atendimento aos utentes… na Portela do Vade as obras que iriam durar seis meses, estão a celebrar dois anos… dois…” pode ler-se.
Nas redes sociais uma utente escreve: Está demorar tempo demais esta obra. É bom que alguém conseguisse explicar o porque desta demora. Há pessoas a precisarem de médicos e não têm transporte particular para poder ir para o centro de saúde de vila verde. É uma tristeza. Tanto querem fazer que acabam por não fazer nada”.

Quase um ano depois a população do Vade espera e desespera pela extensão de saúde na “sua terra”. Até quando?

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