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Distritos de Braga e Viana em estado de alerta devido às temperaturas altas

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O Governo determinou esta sexta-feira a declaração da situação de alerta em 14 distritos do território continental, todos a norte do rio Tejo, incluindo Portalegre, entre a meia-noite de domingo e as 23.59 de terça-feira, face ao risco de incêndio.

“É expectável que o risco de incêndio vá aumentar, estamos a falar de um aumento da temperatura, da redução dos níveis de humidade relativa e do aumento do vento, portanto, por tudo isto, foi decisão da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevar para alerta laranja todos os distritos a norte do Tejo, Portalegre incluído”, afirmou a secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar, numa conferência de imprensa na sede da ANEPC, em Carnaxide, Oeiras, distrito de Lisboa.

“Tolerância zero ao uso do fogo”, apelou a secretária de Estado da Administração Interna, lembrando que a situação de alerta traz um conjunto de proibições e de restrições, nomeadamente a proibição de circulação e permanência nos espaços florestais e “são totalmente proibidas queimas e queimadas, assim como fogo-de-artifício, trabalhos nos espaços rurais e nos espaços florestais, sobretudo como maquinaria”.

Os 14 distritos do território continental que vão estar em situação de alerta, entre domingo e terça-feira, “face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um significativo agravamento do risco de incêndio rural”, são Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

De acordo com a secretária de Estado da Administração Interna, a situação de alerta implica o reforço da prontidão dos meios e dos agentes que participam nas operações de prevenção e combate a incêndios rurais e “a ativação das estruturas de coordenação, quer de nível nacional, quer nos distritos onde esta declaração se aplica”.

“Estamos com todo o dispositivo preparado para responder a eventuais situações”, assegurou Patrícia Gaspar, destacando como fator crítico de sucesso a “tolerância zero ao uso do fogo”, reforçando o apelo a todos os portugueses para “reduzir ao máximo” as ocorrências de incêndio rural.

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