Vila Verde

“Para quando um plano municipal de ordenamento florestal”, questiona Paulo Marques

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Paulo Marques através de comunicado fala acerca do flagelo dos incêndios no concelho de Vila Verde e da falta de ordenamento na floresta de Vila Verde. “24 anos é tempo mais que suficiente para que a maioria PSD tivesse tomado medidas de ordenamento da floresta no concelho. Não o fez, mas devia, são os primeiros culpados pela desorganização e abandono em que se encontra. Em 2017, aquando das autárquicas, o CDS apresentou um plano que devia ter sido analisado com cuidado. Entre as medidas estava a criação de corredores de proteção que evitassem a propagação de fogos nos sítios onde ciclicamente eles acontecem no concelho. Tinha custado pouco dinheiro e pouparia muitas aflições e perdas financeiras”.

Paulo Marques CDP-PP de Vila Verde lança uma pergunta. “Para quando um plano municipal sério para o ordenamento da floresta?” e deixa a sugestão cem comunicado.

“Que o município crie, de uma vez por todas, um plano municipal de ordenamento florestal que defina:
1. Áreas sensíveis – quer de risco de incêndio, quer de conservação e da biodiversidade.
2. Normas para a gestão florestal sustentável, desde a plantação à exploração florestal.
3. Planos para:
a) Áreas estratégicas, por exemplo: Arborização e reabilitação de áreas florestais; Beneficiação de áreas florestais; Prevenção e vigilância de fogos florestais; Consolidação das atividades florestal; Atividades associadas.
b) Arborização e reabilitação de áreas florestais – especialmente no que diz respeito à recuperação após o fogo.
c) Organização dos produtores florestais – condição indispensável ao desenvolvimento do sector,
d) Atividades de natureza em espaço florestal – que concilie os valores naturais e culturais com uma atividade turística e crie a imagem de Vila Verde como um destino de qualidade, diferenciado e competitivo.
4. Estratégias:
a) Defesa da floresta contra incêndios.
b) Promoção e gestão profissional – através de incentivos ao agrupamento de explorações, ao emparcelamento de propriedades e à desincentivação do seu fracionamento.
c) Política fiscal local deve promover o investimento florestal adequado ao desenvolvimento e defesa da floresta, seja ao nível do IRS, IRC, IMI ou IMT.

Um desabafo, em democracia a justiça faz-se nos tribunais e nunca é popular, nunca, mas que às vezes apetecia, é facto. Que os marginais responsáveis por estes fogos no concelho sejam identificados e punidos severamente. Rezo por isso”.

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