Vila Verde

Vila Verde. Família pede ajuda para descobrir ninho de vespas e câmara negou apoio

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Uma família tem sido vítima de várias tentativas de ataque de “vespas” em Vila Verde e como forma de conseguir ajuda enviou um email à câmara municipal com exempleres de vespas de tamanho assustador a apelar auxílio para descobrir o ninho onde elas se reproduzem em local ermo e com vegetação densa que impede à família de ter acesso.

Troca de email entre a cidadã vilaverdense e a câmara municipal:

Date: domingo, 31/05/2020 à(s) 12:14
Subject: Ninho de vespas asiáticas
To: ambiente@cm-vilaverde.pt
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Bom dia,

Serve o presente e-mail para informar que existe, na zona do campo de futebol do Vilaverdense, ninhos de vespas asiáticas. Desde a última quinta feira que, todos os dias, temos que nos ver livres destes insectos extremamente perigosos. Vivemos na rua João de Deus, cujas traseiras ficam viradas para todo o mato de ervas daninhas e árvores, sendo que é dessa zona que estes insectos vêm.

É uma zona com várias famílias, com crianças, e pedimos a vossa atenção para esta situação, para que coloquem equipas à procura destes ninhos e os eliminem, por favor.

Aguardo o vosso feedback.

Com os melhores cumprimentos,

RESPOSTA DA CÂMARA MUNICIAPL

Enviadas: Segunda-feira, 1 de junho de 2020 10:30:27
Assunto: Fwd: Ninho de vespas asiáticas

Boa tarde,

Informo que a vespa em questão, identificada na presente fotografia, é a vespa crabro. Não é a vespa asiática. Trata-se de uma espécie autóctone, ou seja, própria do nosso país. O Município tem feito campanha para o controlo da propagação d vespa asiática, que é uma espécie invasora, através da destruição de ninhos. Estes insectos só se tornam agressivos quando o ninho é ameaçado.

Disponível para qualquer esclarecimento adicional,

Com os melhores cumprimentos.

Divisão do Ambiente, Serviços Veterinários

Município de Vila Verde

“Mesmo sendo um inseto próprio do país, o tamanho das vespas não são normais e já tivemos situação aflitivas com tentativas de picadelas e com as crianças andamos diariamente com receio”, conta uma moradora ao V.

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