Curiosidades

Covid-19. Sindicato dos professores convida a DGS a visitar as “escolas do país real”

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O S.TO.P. – Sindicato de Todos os Professores perante as recentes declarações da Diretora-Geral da DGS Graça Freitas que os “Alunos devem ser separados ao máximo nas Escolas” reagiu e escreve em comunicado que:
“Foram as *orientações da própria DGS para as Escolas no presente ano letivo da “distância de 1 metro se possível”*. Isto, infelizmente, tem permitido que muitas turmas continuem com 28 ou mais alunos e por consequência alunos sem qualquer distância, lado a lado, dentro de salas de aula (espaços fechados); A DGS e o Ministério da Educação (ME) continuam por não responder à interpelação do S.TO.P. em inícios deste agosto sobre *qual o fundamento científico para que as escolas tenham orientações completamente diferentes dos outros sectores profissionais na atual pandemia*. Relembramos que para as escolas a distância a cumprir é de 1 metro “se possível” (o que tem permitido tudo) em contraste com o mínimo de 2 metros nos restantes sectores e neste momento e com conhecimento da DGS e do ME, *impera uma espécie de “lei da rolha” sobre muitas das Escolas onde surgiram casos comprovados da COVID-19*. Temos conhecimentos de vários casos comprovados que não chegam à comunicação social. Relembramos que isso representa um perigo para a saúde pública na medida que a maioria dos alunos infetada não irá manifestar qualquer sintoma mas será um agente de propagação (representando um grande perigo para os grupos de risco da sua família e também dos Profissionais da Educação envelhecidos).

“Convite à DGS”

“Nesse sentido consideramos incompreensíveis as referidas afirmações da responsável máxima da DGS porque precisamente pelas próprias orientações da DGS é que nas Escolas os alunos não têm conseguido “estar separados ao
máximo”. O S.TO.P. desafia a Diretora Geral da DGS a visitar as Escolas do país real onde infelizmente continua a ser normal encontrarmos turmas com 28 ou mais alunos por turma”, conclui o S.T.O.P

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