Vila Verde

Vila Verde. Reunião de Câmara “ilegal” dá origem a denúncia na Procuradoria-Geral da República

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Os vereadores do PS de Vila Verde não participaram na reunião de câmara e em comunicado transmitem o porquê da sua decisão e os motivos que levaram a que esta situação tomasse estas proporções, acusando o executivo PSD de “querer governar sem oposição, mas na política não vale tudo”.

Os vereadores do Partido Socialista de Vila Verde escrevem que “a legislação em vigor prevê que as reuniões se possam realizar em regime não presencial, por videoconferência, e na reunião de 8 de outubro, o presidente de câmara, Antóinio Vilela, propôs que as reuniões se realizem em regime à distância, por videoconferência, o que mereceu a nossa concordância”.

Solicitação de link para acesso a reunião

Acrescenta a vereação do Partido Socialista de Vila Verde que solicitaram o link para terem acesso à reunião via online: “Recebemos a documentação para a reunião de câmara do dia 22/Out e solicitamos por mail (no dia 19 de outubro e 21 de outubro) ao presidente de câmara que nos fosse enviado o link ou acesso digital para podermos participar na reunião de câmara. Hoje (dia da reunião a 22 de outubro), esperamos até à hora da reunião que nos fossem enviados os elementos para podermos participar nos trabalhos, tal como aconteceu com outras reuniões por videoconferência no passado”.

Solicitações sem resposta por parte do presidente de câmara

Os vereadores do PS de Vila Verde acusam António Viela de não responder aos emails a solicitar as informações e link de acesso à reunião: “Não recebemos qualquer resposta aos e-mail´s que enviamos ao presidente de câmara e não recebemos qualquer link ou dados para aceder à reunião de executivo camarário por videoconferência”.

“Na política não vale tudo, vamos participar à Procuradoria Geral da República e à Inspeção
Geral de Finanças “

Em jeito de conclusão os vereadores do PS escrevem que “percebemos a vontade que o executivo social-democrata têm em governar o concelho sem oposição, mas em política não pode valer tudo. Assim, os vereadores do Partido Socialista entendem que as decisões tomada nessa reunião (ontem apenas estiveram (?) os elementos do PSD) são nulas e, como tal, vão participar à Procuradoria Geral da República e à Inspeção Geral de Finanças o sucedido”.

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