Educação

Sindicato diz que há “escolas de primeira e de segunda” quando surgem casos Covid-19

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O Sindicato de Todos os Professores (STOP) defendeu hoje que o Ministério da Educação deveria uniformizar os procedimentos a cumprir nas escolas em relação à pandemia, considerando que parece haver escolas de primeira e outras de segunda, avança a TVI24.

“Tem que haver uma uniformização dos procedimentos relativamente à pandemia, igual ou semelhante em todo o país”, afirmou o coordenador nacional do STOP, André Pestana, que falava à agência Lusa à margem de uma concentração junto à Escola Básica 2.º e 3.º ciclos Inês de Castro, em Coimbra.

André Pestana notou que as medidas de controlo da pandemia variam de estabelecimento para estabelecimento, havendo escolas com separadores acrílicos entre alunos, outras que medem a temperatura à entrada, mas “a maioria não tem este tipo de procedimentos”.

Quando surgem infeções, há casos de escolas que encerram por completo, mas outras em que apenas os alunos infetados vão para casa, mantendo-se o ensino presencial sem realização de testes para os colegas e professores, “que continuam a dar aulas àquela turma como a outras”, salientou o dirigente sindical. “Tem de haver um protocolo minimamente uniforme, se não parece que há escolas de primeira e outras de segunda”, vincou em declarações à imprensa.

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