Braga

“Derrapagem” na rede ciclável em Lamaçães vai custar mais 30 mil euros a Braga

(c) Bragaciclavel.pt
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A Rede ciclável da variante da encosta de Lamaçães em Braga vai custar mais 30 mil euros do preço inicial. Trabalhos complementares e supressão de trabalhos faz o preço inflacionar em mais 30 mil euros.
O prazo de conclusão passa agora para junho de 2021. Os Bracarenses estão revoltados com a situação e falam em “derrapagens estranhas e contínuas” na gestão da Câmara Municipal de Braga.
Os dados foram avançados pelo Diário do Minho em versão papel no dia 11 de dezembro.

Para a Braga Ciclável esta via é uma montra de más ideias. “A ciclovia de Lamaçães é de novo notícia por más razões: o abate de árvores saudáveis continua. Quando a rigidez do projeto é mais importante do que manter árvores adultas e a sombra que protege os peões ficamos logo conversados sobre a vontade real da Câmara de Braga de enfrentar as alterações climáticas.

O Portugal 2020, por imposição europeia, dedicou uma grande parte dos seus apoios à mobilidade, em particular, ao incremento dos modos suaves (peões e ciclistas). Todavia Braga, depois de gastar todos os milhões destes fundos, não terá qualquer rede ciclável mas uns meros 0,8km a mais cicláveis. A Câmara insiste que são 7km usando um truque ridículo: soma os 0,8km de novidade ao troço existente e multiplica por 2 sentidos. É tão correto como dizer que a estrada Braga-Porto tem 100km por ter ida e volta”.

Para acrescentar estes míseros 0,8km a Câmara vai gastar 2,7 milhões de euros (6ª).

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