Vila Verde

Vila Verde. Município distribui mais de 500 cabazes de natal

O Município de Vila Verde está a distribuir mais de 500 cabazes de Natal às famílias carenciadas do concelho.

Segundo publicação nas redes sociais, as famílias “foram sinalizadas pelos vários parceiros sociais e que se encontram em acompanhamento pelas várias entidades.”

As equipas do Município, liderado pelo social-democrata António Vilela, e das várias instituições parceiras encontram-se a fazer a distribuição do cabaz, “para que as famílias que mais precisam possam ter um Natal mais solidário, num ano atípico que a todos afetou”, refere Júlia Fernandes, Vereadora responsável pelo pelouro da Ação Social.

Júlia Fernandes sublinha ainda que “este é um trabalho de intervenção social que decorre em estreita articulação com as Juntas e as Uniões de Freguesia, as Conferências Vicentinas, as escolas e as várias instituições de solidariedade social do concelho, para que todas as famílias que precisem tenham o seu cabaz de Natal”.

Município compra os cabazes a empresa com sede em Barcelos, mas chama-lhe “comércio local”

Diz ainda a publicação que “os produtos foram adquiridos no comércio local, como vem acontecendo todos os anos, tendo desta vez a escolha recaído num estabelecimento comercial da Vila de Prado (o Supermercado Miranda)”. Recorde-se que ainda ontem, em notícia avançada pelo Semanário V, publicamos o contrato de aquisição dos cabazes de natal à empresa Manuel Martins Miranda Lda, cuja sede é em Barcelos. Esta empresa viu o seu capital social passar de cinco mil euros para um milhão de euros há cerca de quatro meses. Este aumento de capital de 995 mil euros foi realizado, segundo publicação no sítio de internet do Ministério da Justiça, através de incorporação de reservas – lucros do exercício.

O comércio local está intrinsecamente ligado ao pequeno comerciante da região

Um estudo deste ano feito pela Mastercard revela que 72% dos consumidores nacionais diziam preferir comprar no comércio local. Os dados de setembro colocam os portugueses acima da média europeia no que toca a comprar no comércio local, com 74% dos europeus a eleger esta opção.

“As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia. À medida que as pessoas redescobrem os seus bairros, estão a dar uma nova oportunidade a um número significativo de pequenas empresas que oferecem produtos ótimos, variados e únicos. A Mastercard tem, por isso, procurado ajudar as pequenas empresas a prosperar e temos encorajado outros parceiros a juntarem-se a nós na celebração dos heróis locais – consumidores e lojistas. O relançamento da economia começa à nossa porta e as lojas e comunidades locais desempenham um papel fundamental na recuperação e no regresso ao crescimento”, diz Paulo Raposo, Country Manager da Mastercard em Portugal, citado em nota de imprensa.

O crescimento do comércio online efeito da pandemia também é evidenciado pelo estudo, bem como o espírito de comunidade, com 33% dos inquiridos a se mostrar disponíveis para receber as encomendas online de um vizinho. “Durante o confinamento, o conceito de comunidade ultrapassou mesmo a relação com o comércio, fazendo renascer a noção de vizinhança, que ganhou novos e positivos contornos como, por exemplo, uma maior convivência (53% passou a cumprimentar os vizinhos), 12% fica com a chave de casa suplente do vizinho e 15% criou um grupo whatsapp para comunicar com os vizinhos”, refere o estudo da Mastercard.

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