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Adulteravam número de utentes em lar (IPSS) e transferiam valor para as suas contas

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A ex-diretora-geral de uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) sem fins lucrativos e o marido terão montado um esquema fraudulento que enganou a Segurança Social em várias frentes. Uma delas passava por comunicar à um número de utentes maior do que o verdadeiro e, desta forma, obter “um aumento indevido da prestação social” que o casal usava em “proveito próprio”, lê-se num comunicado da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), avança o Observador.

O MP pede agora que os dois arguidos sejam julgado em tribunal coletivo e requereu que fosse declarada perdida a favor do Estado, a quantia de 638.161,21 euros.

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