Vila Verde

Orçamento Municipal aprovado por maioria, PS votou contra: “vago e sem apoios”

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O Partido Socialista (PS) de Vila Verde anunciou através de comunicado do vereador José Morais o seu voto contra o orçamento municipal apresentado pelo executivo e demonstrou a sua indignação perante a falta de apoios às famílias e empresas de Vila Verde. Ontem, em reunião da Assembleia Municipal, na UF do Vade, os deputados do Partido Socialista seguiram a linha de orientação e votaram contra o orçamento municipal, aprovado por unanimidade pela maioria PSD. O PS em declarações de voto falou num orçamento “vago, vazio de novas ideias e novos projetos para Vila Verde. Rúbricas como a saúde, a ação social e a pandemia estão com atribuição de valores muito baixos e esquecidos. Obras atrasadas e não fiscalizadas”.

PS vota contra orçamento municipal: “Sem ajudas nem apoios para famílias e empresas”

“Sem medidas extraordinárias de apoio às famílias e empresas”

O PS através de comunicado tinha já referido que “A câmara não inscreveu nenhuma medida extraordinária de apoio às famílias e empresas no plano e orçamento ara o próximo ano. E, se isso não bastasse, ainda prevê aumentar em 2021 as receitas através dos impostos dos Vila-verdenses. Assim sendo, claro que votámos contra os documentos apresentados. Os desafios que teremos em 2021 são muito diferentes dos que tivemos nos anos anteriores. Perante a dura realidade que nos espera, a câmara tinha a obrigação de fazer o que estão a fazer a maioria dos outros concelhos: Reduzir as faturas dos contribuintes e empresas e ter medidas para dinamizar a economia local”.

Medidas de apoio à Covid-19 aprovadas, 9 meses depois, sem apoio às famílias

As medidas de apoio à Covid-19 propostas pelo executivo PSD foram votadas na assembleia e aprovadas, não deixando de ser criticadas pela oposição CDS e PS. O CDS referiu que as medidas são “tardias… segundo o ditado, mais vale tarde do que nunca, tivemos que aguardar 9 meses para ver algu7mas medidas concretizadas”. Já o PS acrescentou que “um mês antes o PS tinha anunciado e proposto 10 medidas concretas para ajudar as famílias e empresas vila-verdenses. Nenhuma foi aprovada pelo executivo PSD que um mês depois lança medidas vagas, que esquecem as pessoas. Votamos favoravelmente porque qualquer medida que seja para o bem dos vila-verdenses contem com o PS, mas queríamos mais”.

José Morais (PS) quer Câmara de Vila Verde ativa: “É hora de tomar medidas de apoio”

Câmara gasta mais de 850 mil euros na compra do edifício da IEMinho

O executivo camarário PSD propôs a compra do edifício da IEMinho situado em Soutelo por mais de 850 mil euros. O PS reagiu “uma segunda vaga da ruína do negócio da IEMinho. É um ano de IRS dos vila-verdenses. É mais um negócio ruinoso em Vila Verde”.
António Vilela argumentou a compra como uma mais-valia para Vila Verde mas o executivo PSD ainda não sabe qual o projeto e finalidade final do edifício “estamos a estudar qual o melhor para o edifício. Pode ser Ensino Superior, ou mesmo continuar no esquema atual”.
Sem argumentos definidos o sentido de voto do CDS foi a abstenção, pois “ainda não há projeto que nos faça acreditar nesta compra”.

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