Vila Verde

António Vilela: “Associação de Pais da escola de Prado satisfeitos com as obras”

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A Associação de Pais de Prado expressaram em comunicado citado pelo Vilaverdense a sua indignação pelo atraso nas obras de conclusão da escola da Vila de Prado. O comunicado refere que há apenas uma casa de banho para 436 alunos daquela escola, falta de cobertura principal e as salas novas apresentam já desgaste evidente.
No comunicado podia ler-se ainda que os pais “estranham o silêncio de Júlia Fernandes neste processo e que o clima de indignação sobe de tom na comunidade escolar da Vila de Prado.
“Não aceitamos mentiras”, referia o comunicado onde prometeram endurecer as medidas para conseguirem resposta da Câmara Municipal.

Na Assembleia Municipal de ontem o PS trouxe à discussão o assunto à ordem de trabalhos nos assuntos da ordem do dia, citando a Associação de Pais e suas as declarações no comunicado avançado anteriormente, referindo o problema da única casa de banho para 436 alunos, caixilharia velha e degradada, pavilhão com danos que impedem a realização de aulas de educação física entre outras. Na sua resposta do pedido de esclarecimento, António Vilela referiu que as declarações da associação de pais estavam descontextualizadas e que a situação está resolvida.

 

Pais de Prado indignados com Júlia Fernandes devido a atrasos das obras na escola EB 2/3

Concurso lançado em 2017 e atraso de mais de 500 dias

A Câmara de Vila Verde aprovou, na reunião do executivo Municipal de hoje, 19 de junho, tal como noticiou o V, o lançamento do procedimento concursal para a requalificação e modernização das escolas básicas dos 2.º e 3.º ciclos de Vila Verde e da Vila de Prado. As escolas básicas de Prado e de Vila Verde (dos 2.º e 3.º ciclos) vão ser objeto de intervenções profundas no sentido da requalificação dos edifícios e de todos os equipamentos e infraestruturas subjacentes. O investimento global era anunciado como superior a dois milhões e meio de euros.

A vereadora da educação Júlia Fernandes foi interrogada pelo PS mas manteve o silêncio dando a palavra ao presidente da Câmara que saiu em sua defesa.

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