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Portugal já recebeu mais de 140 mil doses da vacina contra a Covid-19. Já foram administradas 32 mil

© Eduardo Costa - Lusa
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“Temos mais três remessas nas próximas semanas de janeiro em dia ainda a definir”, adiantou a ministra da Saúde, Marta Temido. Para já, mantém-se segunda dose da vacina da Pfizer “21 dias depois”.

Portugal já recebeu mais de 140 mil doses da vacina contra a Covid-19, das quais quase metade já foi distribuída e, destas, 32 mil foram administradas, revelou esta quarta-feira a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Das cerca de 140.400 doses de vacinas” que Portugal recebeu, “mais de 66.700 doses já foram distribuídas” e, até às 17:30 de terça-feira, “já tinham sido administradas mais de 32 mil doses”, indicou a governante.

A titular da pasta da saúde falava aos jornalistas no início da vacinação de utentes da Unidade de Cuidados Continuados Integrados da Santa Casa da Misericórdia de Mora, no distrito de Évora.

Questionada sobre a chegada de novas remessas da vacina e de eventuais atrasos, a ministra referiu que as autoridades de saúde estão “sempre a adaptar” e adiantou que na próxima semana chegam a Portugal mais vacina contra a covid-19.

“Chegou uma remessa esta segunda-feira, 79.950, e temos mais três remessas nas próximas semanas de janeiro em dia ainda a definir”, realçou.

Marta Temido salientou que Portugal mantém a estratégia de administrar a segunda dose da vacina da Pfizer e da BioNTech “21 dias depois” da primeira inoculação, notando que “é o que está previsto”.

“Das 140.400 doses que o país recebeu, já fizemos distribuição de cerca de 66.700”, o que “significa que guardámos, não só para uma segunda dose, como também uma pequena quantidade de reserva para alguma situação imprevista”, disse.

Segundo a ministra, a primeira fase da vacinação, que abrange profissionais de saúde e de serviços essenciais e os utentes e funcionários de lares e unidade de cuidados continuados e doentes com mais de 50 anos e com patologias de risco, está previsto que continue “até ao final do primeiro trimestre”.

“Na segunda fase, iremos avançar para outros grupos e esta opção foi feita por razões técnicas e porque estamos ainda gerir um número de vacinas que ainda é relativamente limitado”, sublinhou.

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