Braga

Agente imobiliário de Braga entre os mais consagrados do país e da europa

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Carlo Monteiro iniciou atividade no ano de 2009 e apesar de sempre ter trabalhado na vertente comercial, a verdade é que nunca tinha trabalho no ramo imobiliário. Contudo, a partir do momento em que abraçou a área imobiliária com o Grupo Remax, “soube que seria a carreira da sua vida”, escreve o mesmo na sua biografia em site oficial.

Desde então, que se somam prémios como reconhecimento pelo seu trabalho. Logo, em 2010 e 2011 foi considerado o vendedor nº1 em Braga, e em 2012 e 2013 elevou o patamar tornando-se o vendedor nº1 em Portugal, já com 4 elementos na sua Equipa. Em 2015 mais dois assistentes vêm trabalhar com Carlo e é aí que se gera uma grande mudança, a entrada para a KW GRUPO BUSINESS. Foi neste momento que a Equipa Carlo Monteiro conquistou pela 7ª vez consecutiva o prémio mais elevado a nível nacional dentro da agência, consagrando-se ainda o consultor imobiliário Nº1 na Europa. Mais recentemente, devido à necessidade de crescimento e de avanço tecnológico, o Grupo Business deixa a KW e avança com um novo projeto 100 % nacional, a ZOME REAL ESTATE!

Ano de pandemia (2020) foi ano de recorde para Carlo Monteiro

O agente imobiliário Carlo Monteiro continua a vender casas a grande ritmo no atual confinamento, até a estrangeiros, avança o Expresso.
No ano em que a economia foi arrasada pelo novo coronavírus, este agente imobiliário que viu a sua vida dar um salto e atingiu a maior proeza da sua carreira: vender casas em Braga num valor total acima de 39 milhões de euros em 2020, arrecadando assim comissões de mais de um milhão de euros segundo a mesma fonte.

O Semanário V contactou com Carlo Monteiro (CM) para perceber o seu percurso na área imobiliária principalmente em ano de pandemia.

Em tempos de pandemia sentiu que o negócio imobiliário cresceu?

CM – O ano de 2020 foi efetivamente um ano de muitas mudanças e adaptações.
Vamos fazer a análise do mesmo chamando-lhe o “pré-covid” e o “período covid“ no mercado imobiliário. O mercado imobiliário é inconstante, uma linha variável definida por inúmeros fatores, sendo um dos mais importantes a lei da oferta e da procura. Comecemos pelo “pré-covid” (o 1º trimestre do ano), fruto da constante procura em 2019, estes meses não foram uma exceção. Sucede-se o 19 de Março, início do confinamento instituído em Portugal e a emersão do medo nos portugueses. Começamos então o “período covid”. Consequentemente em todos os mercados houve um grande abrandamento e no imobiliário não houve exceção, gerando uma estagnação neste sector, assim descrevemos o segundo trimestre.
Como diz a tradição, somos um povo destemido e rapidamente superamos o sucedido, estivemos perante uma enorme recuperação do imobiliário face aos últimos trimestres.

Quantos membros tem na sua equipa?

CM – Iniciei o meu trabalho no ramo imobiliário em 2009. Após algum tempo a gerir todo o trabalho sozinho como consultor, percebi rapidamente que o melhor para os meus clientes seria reinventar a forma como trabalhava. Fruto deste pensamento, fragmentei o todo de um comercial por diversos departamentos, o que tornou cada um o melhor na sua especificidade. Atualmente, conto com uma equipa de 21 elementos distribuídos por departamentos como: Marketing, Telemarketing, Administrativas, Especialistas em Clientes Compradores e Especialistas em Clientes Vendedores.

Qual a sua área de influência?

CM – O meu foco reside no distrito de Braga, onde conto atualmente com mais de 2.394 transações de venda apenas nesta região.
Contudo, nada impossibilita de ajudar os nossos clientes em diferentes zonas. Esta é a mais valia de trabalhar “em rede”, onde posso reencaminhar um cliente para um consultor ZOME de confiança em qualquer distrito do país.

Os compradores são maioritariamente portugueses ou estrangeiros?

CM – Os nossos compradores são maioritariamente portugueses, contudo nos últimos tempos tem-se intensificado a procura por parte de clientes estrangeiros. Sentimos especialmente este aumento após dois grandes fatores, o primeiro deve-se à conotação positiva de Portugal nas bocas do mundo como um dos melhores países para se viver, o segundo após uma enorme aposta da nossa parte em portais internacionais de divulgação. Estes clientes têm um perfil de procura semelhante, demonstram essencialmente interesse em moradias ou quintas com grandes áreas situadas em zonas rurais.

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