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Covid adiou milhares de cirurgias a doentes com cancro e outras doenças graves

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Em comunicado a que teve acesso o Semanário V, a Sociedade Portuguesa de Oncologia avança que “com o início do confinamento, em março de 2020, grande parte das cirurgias oncológicas não urgentes e sem implicações na vida ou progressão da doença foram imediatamente suspensas, com o objetivo de se controlar a transmissão do novo coronavírus. Em maio, já se tinham registado menos 2.500 cirurgias oncológicas no período entre janeiro e abril, face ao ano anterior. ​

Recuperar em 2021 ‘o tempo perdido’

Em 2021, um dos principais objetivos para o setor da saúde nacional é recuperar o tempo perdido pelos doentes oncológicos, e fazer todos os possíveis para que possam voltar a ter acesso aos procedimentos e ferramentas que lhes permitirão vencer esta batalha.​

“Em 2021, lembre-se que OCancroNaoEsperaEmCasa. Acompanhe a nossa página e saiba mais sobre esta iniciativa da Sociedade Portuguesa de Oncologia SPO com o apoio da GSK”, conclui a Sociedade Portuguesa de Oncologia

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