Braga

Grupo “Buracos de Braga” denuncia abandono das estradas do concelho de Braga

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O Semanário V esteve à conversa com um dos mentores da página / projeto “Buracos de Braga” para perceber melhor o enquadramento das publicações desta organização que tem como principal objetivo conseguir ajudar a população em Braga, denunciando os buracos nas diversas redes viárias do concelho.

Ao V, a “Buracos de Braga” (BdB) diz que o projeto, ‘se assim o pudermos chamar’, começou com uma brincadeira entre amigos que rapidamente correspondeu à revolta de muitos utilizadores das estradas de Braga. Ao longo dos últimos anos, por falta de investimento na manutenção dos pisos por parte do Município, este tornou-se um problema da vida pública no concelho. Não há, em Braga, quem se desloque (seja de automóvel ou bicicleta) e não tenha já deparado com dezenas destes buracos que causam danos às viaturas e colocam em perigo a segurança de todos. Conheça melhor o projeto aqui.

Fotos: Direitos Reservados

O que pretendem com as denúncias?

“Buracos de Braga” (BdB) – Com estas denúncias pretendemos, essencialmente, alcançar dois objetivos: o primeiro, como não poderia deixar de ser, é dar voz a estes buracos que, apesar de chatearem muitos automobilistas, são sistematicamente ignorados por quem lhes deve prestar atenção; o segundo é obviamente assegurar que sejam reparados. Temos reparado que, avulsamente, a autarquia tem procedido a algumas reparações que, em boa verdade, são pouco estruturais e apenas resolverão a situação por poucos meses.

“Honestamente, não esperamos muito da Câmara Municipal”

“Precisamos, urgentemente, que exista uma solução integrada para as redes viárias do concelho. Honestamente, não esperamos muito da Câmara Municipal que durante tanto tempo fez ouvidos de mercador às queixas dos munícipes. Mas uma vez que estamos em confinamento e dado que teremos eleições autárquicas este ano, talvez seja uma boa oportunidade para os políticos mostrarem que respondem aos problemas de Braga – nem que seja só uma vez a cada quatro anos”, conclui um dos responsáveis.

Fotos: Direitos Reservados

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