Braga

Braga. Percurso pedonal e elevador aproximarão a cidade ao parque das Sete Fontes

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Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Braga, em declarações ao Jornal Público, “a melhor expressão” para aplicar ao projeto do Parque das Sete Fontes “é o reencontro com a naturalização”. “Não será um somatório de parques de merendas”, garantiu o vereador na reunião do executivo municipal desta segunda-feira da autarquia bracarense, na qual foram aprovados o planeamento de urbanização e a alteração ao Plano Diretor Municipal (PDM) para as Sete Fontes.
Por isso, tudo o que há para construir evitará “o desgaste das estruturas existentes”. Assim, os 30 hectares destinados à criação de praças, edificações e vias de circulação concentrar-se-ão “nas portas de acesso ao parque” – o que não quer dizer que a capacidade construtiva das áreas que compreendem esse espaço seja igual. Na base do vale, por exemplo, a “concentração de edificado” será “mais densa”, indicou Miguel Bandeira.
Ali será construído “apenas um edifício com dez pisos”, cuja edificação permitirá atenuar “o impacto da variante” na paisagem. Por outro lado, e uma vez que o edifício terá “um elevador associado”, cria-se “uma ligação pedonal” que aproximará a Universidade do Minho ao parque. Na restante área de construção, “o número médio de pisos” será de “dois ou três”, podendo chegar “aos quatro em zonas favoráveis a nível da topografia”, como é o caso da zona da Igreja de Gualtar, dado o desnível do terreno.
Equacionada também está a construção de um “itinerário pedonal alternativo” que recuperará as ligações da cidade às Sete Fontes a partir dos “principais veios de distribuição de água” daquela zona, conhecida pelo sistema de abastecimento que remonta ao século XVIII. Para além disso, o centro de interpretação a construir “não terá a dimensão” que anteriormente se equacionava, acrescentou o vereador. Todas as estruturas a construir serão “amigas do ambiente, simples e leves”»

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