Fernando Feitor Silva

Opinião. Se as pessoas têm medo da mudança, mais medo deviam ter que as coisas não mudem.

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A campanha do Chega não se baseará em promessas que sabemos de antemão não dependerem totalmente de nós serem ou não cumpridas. O nosso compromisso com o povo é de muito trabalho e luta na conquista dos vários objetivos que temos traçados. Mas antes de falar no que se pode fazer, é importante ressaltar a necessidade de alcançar a autarquia para poder trabalhar. Um dos grandes problemas do concelho no período pré eleitoral e durante as eleições é sem dúvida a abstenção. Esta dificulta o caminho ao desenvolvimento, porque proporciona sempre os mesmos resultados aproximadamente. Em 2017 a abstenção num universo de 46.039 eleitores, rondou os 36,66%. Ora, este não é obviamente o caminho ao desenvolvimento e ao crescimento do nosso concelho.

Todos sabemos que a abstenção está a favor de quem governa. Se não existir o compromisso cívico do povo de ir votar para mudar o rumo do que está estabelecido há 12 anos, o caminho seguirá igual.

A caminhada do Chega e da sua concelhia de Vila Verde, visa o combate à abstenção, ao voto dos descontentes e daqueles que em nós confiam. Só dessa forma, Vila Verde com uma expressão maioritária nas urnas com os votos dos eleitores, poderá marcar pela diferença. Somos profundos conhecedores das necessidades que o nosso concelho necessita, queremos, com trabalho, esforço e honestidade alterar profundamente o concelho de Vila Verde, mas obviamente que para isso, vamos necessitar do seu apoio, vamos necessitar que vote e que o faça conscientemente Rumo à Mudança, no Chega e no seu candidato. Não se pode criticar ou exigir mudanças, quando o nosso dever cívico de lutar pelo melhor não é cumprido. Por isso animo a que desde já trace o seu objetivo e em Set/Out, de forma consciente, não falte, marque a sua presença, só dessa forma poderemos fazer melhor.

Se as pessoas têm medo da mudança, mais medo deviam ter que as coisas não mudem.

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