Fernando Feitor Silva

Opinião. O Chega e as Autárquicas

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Com dois anos apenas, a expressão eleitoral do Chega nas últimas eleições presidenciais, meio milhão de votantes, veio demonstrar a necessidade silenciosa que o povo tem de mudar e seguir com outro rumo político no país. As autárquicas virão dar ao nosso partido uma expressão ainda maior da força do Chega. O tentar ilegalizar e calar um partido com esta massa de apoio é um atentado à democracia, é por isso necessário, que a nível autárquico confirmemos nas urnas a mudança necessária.

Temos de fazer ouvir a nossa voz, e a mudança, começa no poder local, começa nas nossas freguesias e câmaras municipais. Vila Verde tem sido dominado desde há vários anos pelo poder absolutista de um só partido, não cairemos na tentação de desvalorizar ou entrar num bate boca que a nada levará. O que a candidatura autárquica do Chega trará são sinais de uma “lufada de ar fresco”, um rumo diferente, onde procuraremos transmitir a mensagem de uma outra forma de exercer o poder político local, virado para a população e para quem deseje investir no nosso concelho, criando com isso incentivos à fixação dos nossos jovens.

São esses ventos de mudança, que podemos oferecer, desejamos ter mãos ávidas para realizar esse árduo trabalho nas freguesias, gente que encabece e faça parte das nossas listas é bem-vinda, o dar a cara é sinal de coragem e força patriótica, é o grito democrático que se necessita. Queremos que as próximas autárquicas marquem o fim do “absolutismo” e fomentem a expressão eleitoral do Chega no nosso concelho. A candidatura do Chega será a única com capacidade para fazer frente ao que conhecemos, vamos por isso oferecer uma nova face à política local, gente nova, gente que acredita na mudança e não se conforma com o que já existe.

A força da mudança está no Chega, a força do Chega está em si.

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