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Covid-19. Pandemia já matou 3.974.841 pessoas em todo o mundo

(C) LUSA
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A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.974.841 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 188,4 milhões de infeções, segundo o balanço diário da agência de notícias francesa AFP.

Mais de 183.416.370 pessoas foram infetadas em todo o mundo pelo novo coronavírus Sars-Cov-2, que causa a doença da covid-19, segundo o balanço da France-Presse, feito às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.

No sábado, registaram-se mais 7.796 mortes e 395.360 novas infeções em todo o mundo, referem os dados, indicando que os países que registaram mais mortes neste dia foram o Brasil (1.635, a Índia (955) e o Uganda (799).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 605.493 mortes e 33.713.912 casos, segundo dados da universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 523.587 mortes e 18.742.025 casos, a Índia, com 402.005 mortes (30.545.433 casos), o México, com 233.580 mortes (2.537.457 casos) e o Peru, com 193.069 mortos (2.063.112 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 586 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido pela Hungria (310), Bósnia (295), República Checa (283) e Macedónia do Norte (263).

Em termos de regiões do mundo, a América Latina e Caraíbas totalizam 1.287.487 mortes para 37.890.637 casos, a Europa 1.172.523 (54.768.436 casos), os Estados Unidos e Canadá 631.831 (35.130.229 casos), a Ásia 584.988 mortes (40.536.012 casos), o Médio Oriente 151.184 mortes (9.400.462 casos), a África 145.692 mortes (5.634.713 casos) e a Oceânia 1.136 mortes (55.890 casos).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, tendo em conta o excesso de mortalidade direta e indiretamente relacionada com a covid-19, o número de vítimas da pandemia possa ser duas a três vezes superior ao registado oficialmente.

Uma parte significativa dos casos menos graves ou assintomáticos também permanece indetetada, apesar do aumento dos testes em muitos países.

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

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