Vila Verde

Câmara paga 850 mil euros pelo edifício IEMINHO sem projeto futuro em vista

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O executivo camarário PSD propôs a compra do edifício da IEMinho situado em Soutelo por mais de 850 mil euros. O PS reagiu: “uma segunda vaga da ruína do negócio da IEMinho. É um ano de IRS dos vila-verdenses. É mais um negócio ruinoso em Vila Verde”.

António Vilela argumentou a compra como uma mais-valia para Vila Verde mas o executivo PSD ainda não sabe qual o projeto e finalidade final do edifício: “estamos a estudar qual o melhor para o edifício. Pode ser Ensino Superior, ou mesmo continuar no esquema atual”.

Sem argumentos definidos o sentido de voto do CDS foi a abstenção, pois “ainda não há projeto que nos faça acreditar nesta compra”.

Sem projeto definido para o edifício

António Vilela confrontado com a pergunta de Samuel Estrada acerca do projeto pensado para implementar no referido edifício “não soube responder”. Em plena assembleia municipal de Vila Verde, António Vilela apenas falou em “contactos com algumas entidades de educação e de tecnologia”, mas sem especificar o estado e o avanço das negociações com as referidas entidades.

João Luis Nogueira desafiou Vilela para uma resolução

João Luís Nogueira enviou uma carta a António Vilela onde dá os “parabéns pela ação [aquisição do IEMINHO] e disponibilizar as escolas ISAVE – Instituto Superior de Saúde e a EPATV, para colaborar e participar numa possível parceria que vá de encontro ao desenvolvimento endógeno do Vale do Homem, em particular do concelho de Vila verde.”

O diretor-geral da EPATV considera “que é um edifício que permite desenvolver redes colaborativas de inovação e a incubação de projetos empresariais atraindo estudantes para o ensino superior e estrangeiros para estudar em Vila Verde, nas diferentes tipologias de CTeSP, licenciaturas, pós-graduações e mestrados.”

Ensino Superior em Vila Verde? João Luís Nogueira desafia António Vilela

João Luís Nogueira lança repto para Vilela “terminar o mandato em grande, fazendo história”

Para JLN esta parceria “seria uma inovação ao nível da estratégia autárquica, permitindo recuperar o tempo perdido” uma possibilidade de Vilela terminar o “mandato autárquico em grande, fazendo história de união e concertação social e económica, e alavancar os próximos anos de gestão autárquica.”

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